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Lenda de Pilatos Traditional Cache

This cache has been archived.

SerafimSaudade: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou
adequada perante as situações relatadas. Relembro a secção das
guidelines sobre a manutenção
http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=307#maint :

[quote]
You are responsible for occasional visits to your cache to maintain
proper working order, especially when someone reports a problem with
the cache (missing, damaged, wet, etc.). You may temporarily disable
your cache to let others know not to search for it until you have a
chance to fix the problem. This feature is to allow you a reasonable
amount of time – normally a few weeks – in which to check on your
cache. If a cache is not being maintained, or has been temporarily
disabled for an unreasonable length of time, we may archive the
listing.

Because of the effort required to maintain a geocache, we ask that you
place physical caches in your usual caching area and not while on a
vacation or business trip. It is best when you live within a
manageable distance from the cache placements to allow for return
visits. Geocaches placed during travel may not be published unless you
are able to demonstrate an acceptable maintenance plan, which must
allow for a quick response to reported problems. An acceptable
maintenance plan might include the username of a local geocacher who
will handle maintenance issues in your absence.[/quote]

Como owner, se tiver planos para recolocar a cache, por favor,
contacte-me por
[url=http://www.geocaching.com/email/?u=serafimsaudade]e-mail[/url].

Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo
processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as
implicações que as guidelines actuais indicam.

Se no local existe algum container, por favor recolha-o a fim de
evitar que se torne lixo (geolitter).

Obrigado

[b] SerafimSaudade [/b]
Geocaching.com Volunteer Cache Reviewer

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Hidden : 01/09/2011
Difficulty:
1 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:

A Vila de Mourisca do Vouga foi, em tempos idos, uma terra de ferreiros, e os viajantes que aqui passavam, paravam para ferrar os seus cavalos. Esta cache pretende dar a conhecer o local onde supostamente vivia o ferreiro da lenda. Actualmente pode-se encontrar uma fonte (seca) ornada com azulejos ilustrativos dessa actividade quase extinta.

Esta lenda surgiu aquando da passagem de jovens estudantes pela Mourisca provindos da Universidade de Coimbra. Como se sabe, a Universidade de Coimbra foi a primeira Universidade a ser criada em Portugal. Como tal, muitos jovens lá estudavam. Numa altura em que ainda não existia a Estrada Nacional n.º 1, tal como nós a conhecemos, estes estudantes viam-se forçados a passar pela estrada então existente: a Estrada Real de 1ª Classe, que deu posteriormente origem à “Via Mourisca”. Foi então neste contexto que se desenrolou a referida história.

“A lenda de Pilatos” ou “A lenda dos ossos de Pilatos” foi-nos contada pelo senhor António Pereira, história esta que vamos agora transcrever exactamente como nos foi contada, para que a história original não seja adulterada: Dado que a única Universidade Portuguesa só existia na cidade de Coimbra, e como a estrada real passava pela Mourisca, era por ela que os estudantes, que residiam no Norte, tinham de passar quando iam de férias para casa ou quando, no final das férias, regressavam à Universidade, a fim de retomarem os seus estudos ou de os iniciar. Havia na Mourisca muitos ferreiros que, artesanalmente, faziam as tachas para pregarem tamancos ou cravos para ferrar o gado, quer bovino quer cavalar, uma vez que nesse tempo o transporte era quase todo feito por estes animais.

Usavam os ferreiros, por motivo do seu próprio trabalho, uma vestimenta muito rudimentar, velha, rota e suja, o que motivava por parte dos estudantes muitos e variados comentários de troça, metendo-se às vezes com os ferreiros que, usando as vergas de ferro aguçadas, perseguiam os estudantes que se punham em fuga com os seus cavalos. Disse ainda a minha bisavó que se constava na Mourisca que os estudantes raptaram uma vez uma donzela cá na Mourisca e que, depois de se terem satisfeito fisicamente, a abandonaram, não muito longe do lugar.

Para maior acirração, na passagem seguinte dos estudantes pela Mourisca, vinha então um deles à frente de todos os outros cerca de 30 metros, com uns grandes cornos de carneiro atados na testa, ao mesmo tempo que apregoava: “ quem quer comprar que eu vendo barato!”. Respondiam os seus próprios colegas: “vai vender lá mais para a frente, porque aqui já todos têm!”. Este acto enfureceu os ferreiros de tal maneira que resolveram vingar-se dos estudantes na próxima passagem. Se bem o pensaram, melhor o fizeram.

Na passagem seguinte dos estudantes pela Mourisca, estava tudo preparado para que não se visse ninguém nas ruas do lugar, nem se ouvissem os ferreiros a trabalhar. Estava assim montada a armadilha e os estudantes, embora desconfiados mas confiantes, foram entrando pelo lugar dentro. Quando já estavam mais ou menos a meio do lugar, começaram a ouvir-se uns assobios de vários lados ao mesmo tempo. Tentaram os estudantes fugir, colocando os cavalos a galope, mas os ferreiros, surgindo de todos os lados com as vergas de ferro aguçadas, conseguiram apanhar um que, espetado por todos com as vergas, veio a falecer e cá foi enterrado. Este estudante teria de apelido Pilatos.

Enquanto, naquele tempo, a família soube e não soube, passaram-se vários meses e quando a Guarda Real veio fazer perguntas, ninguém tinha visto nem sabia de nada. Alguns anos mais tarde veio cá a família do dito estudante dizer que não queria fazer mal a ninguém, mas que lhe dissessem onde estava enterrado o Pilatos para o levarem para o jazigo da família, na sua terra natal. Mas a resposta foi a mesma dada à Guarda Real: ninguém tinha visto nem sabia de nada.

Daí para a frente se algum estranho, ao passar pela Mourisca, perguntasse onde é que estavam enterrados os ossos de Pilatos, era certo e sabido que era corrido e insultado. No meu tempo de juventude, ainda conheci na Mourisca a Sr.ª Luiza Saraiva, mais conhecida pela Luiza Laropa ou Laropinha, que se fosse perguntada pelos ossos de Pilatos, dava uma resposta capaz de fazer corar as palavras dentro do próprio dicionário.

texto inserido no trabalho A considerada região do Vouga, trabalho de pesquisa do Grupo Folclórico da Região do Vouga

A CACHE Container micro, com logbook e cachenote.

Pede-se descrição na procura e no registo do log. Pois apesar de ser uma zona calma há sempre um ou outro olho mais atento a desconhecidos na zona.

Additional Hints (Decrypt)

Zntaégvpn

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)