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Uma Ponte... uma passagem... [Aveiro]

A cache by Luis e Sara Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 5/26/2011
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size: micro (micro)

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Geocache Description:

Uma ponte… uma passagem

Mais do que para a outra margem, esta “ponte” simboliza a passagem de um ano desde a nossa entrada no Geocaching, um marco num percurso que se quer continuar…

…uma passagem por momentos bons, por muitas experiências novas, por obstáculos que se ultrapassaram com amizade, com companheirismo e sempre com vontade de chegar ao fim e descobrir mais um lugar, um recanto e completar mais uma experiência.

Mas uma ponte não é só uma passagem, é uma ligação… E assim, simboliza perfeitamente as ligações que criámos a pessoas que connosco partilharam as aventuras e que ficaram marcadas de uma forma indelével na nossa memória.

É com esse espírito que vos convidamos a vir conhecer um local único, que alia a beleza natural à beleza da Arquitectura, a…

Ponte sobre o Esteiro de S. Pedro

Da autoria do Arq. João Luís Carrilho da Graça, Prémio Pessoa 2008, esta ponte é mais um exemplar da Arquitectura (com A grande) que faz a Universidade de Aveiro. Faz a ligação do campus de Santiago à sua extensão para Agra do Castro, separada pelo esteiro que dá o nome à ponte.

Trata-se de uma comprida estrutura (330 m), que atravessa o canal de água como uma viga em treliça, construída a partir de tubos metálicos e apoiada de 35 em 35 metros. A sua localização foi pensada para, visualmente, ficar orientada, a norte, com o depósito de água de Álvaro Siza Vieira (que marca o eixo da Alameda da Universidade), encontrando, perpendicularmente, a margem sul.

Os tubos são muito esbeltos (14×12,5 cm de secção) e a escolha de pintá-los de preto adelgaça-os ainda mais, dissolvendo a potente estrutura no mundo das sombras das árvores e canaviais que bordejam o esteiro a transpor. O jogo de triangulações é subtilmente variado, constituindo um ritmo que se sente no sereno desenvolvimento da peça mas que, à primeira vista, quase nos remete para um estrelado acidental e não sistematizado. Há ainda as ancoragens, já que, devido à diferença de cotas, a ponte se desfaz, no encontro com as margens, através de escadas forradas a pedra calcária. A atenção às bicicletas é pretexto, então, para duas rampas que, de um e do outro lado, colam a ponte ao terreno, segundo o ângulo de ataque mais apropriado.

São muito importantes do ponto de vista funcional, mas também formal, estas peças que, como próteses, se soltam, com andamentos próprios, da estrutura principal. São situações assimétricas a que o betão negro com que aparecem ao exterior confere um ar “neutro”, de dispositivos utilitários e despretensiosos. Como se o arquitecto quisesse dizer: “uma ponte é uma ponte; são mais importantes as margens que liga, que o seu desenho”. O desenho quase inexistente, traços negros finos, como carvão que atravessasse o negro castanho escuro manchado de poças e aves que picam misteriosa flora, na sombra luminosa da ria, é rigorosamente controlado, para nos propor uma agradável travessia. Não sendo nostálgico, aquele anti-design também quase nos faz imaginar cruzar a água através de uma improvável velha ponte metálica do tempo da extensão do caminho de ferro. É um desenho moderno, mas não lhe conseguimos precisar a origem, o tempo, a história.

A norte, o ritmo de triangulações parece em desacordo com o encaixe do tabuleiro lateral; há um desacerto de larguras que, propositadamente, cria um estrangulamento naquela união. E fica exposta uma espécie de bolsa de espera, de encontro, a propósito do afunilamento do circuito.

Na rampa oposta, já será a pendente a excepção que assinalará - celebrará - o momento de engaste, o momento de mudança. São vivências de cidade, um modo mais intenso de revelar as funções. Nesse lado, poderemos descer ao encontro do esteiro de S. Pedro: compreendemos, então, o percurso da ponte, os cabos que se arrumam sob o tabuleiro, os pilares também metálicos e compostos que aterram na terra pastosa da laguna. Vemos uma recta enorme e exacta; pensamos como é belo quando a arquitectura pode ser assim, simples, eficaz, intencional, útil, inteligente. Percebemos porque é que arquitectura não são “feitios”, só colorido ou arrogante retórica.

(Adaptado de texto de Manuel Graça Dias in Expresso, Lisboa, 25/08/2001)

A Cache

A cache é de tamanho small, com material de escrita, e permite troca de pequenos objectos.

É uma zona que é muito movimentada, mesmo durante a noite. Tenham atenção aos muggles.

Apesar de não ser necessário atravessar a ponte para encontrar a cache, aconselhamos a que façam esse pequeno passeio porque vale a pena, a qualquer hora do dia ou da noite.

Ah, e publiquem fotos ;-)

Boa cachada!

Additional Hints (Decrypt)

CG - Pnabf - uá dhr zrkre bf pbeqryvaubf/RA - Cvcrf - lbh unir gb chyy gur evtug fgevatf.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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