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Projecto Geogare - Apeadeiro do Bicanho Traditional Cache

This cache has been archived.

Sparkyy: Lamentavelmente o local deixou de ser interessante para ser visitado. Neste caso entendi que é uma perda de tempo para os geocachers, visitá-la. Obrigado pelas visitas efetuadas.

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Hidden : 06/21/2011
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:

Esta cache pretende dar a conhecer um pequeno apeadeiro que outrora teve muito movimento devido às termas situadas logo ali ao lado.

O Apeadeiro de Bicanho foi uma infra-estrutura da Linha do Oeste, que servia a localidade e a estância termal do Bicanho, no Distrito de Coimbra, em Portugal.


Características e serviços

Este apeadeiro situa-se junto aos vestígios das antigas Termas do Bicanho, na Freguesia de Samuel do Concelho de Soure.

Encontra-se abatido ao serviço.


História

O troço entre Leiria e Figueira da Foz, no qual o Apeadeiro se insere, foi aberto a 17 de Julho de 1888.

Foi abatido ao serviço em data desconhecida, posterior a 1984, data em que era utilizada por comboios Regionais e Semi-Directos


Referências

  1.  (1 de Junho de 1934) "Bilhetes de Banho e Águas Termais". Gazeta dos Caminhos de Ferro 46 (

  2.  Caminho-de-Ferro em Portugal. Rede Ferroviária Nacional.

  3.  Caminhos de Ferro Portugueses (3 de Junho de 1984). Horário de Verão 1984 pp. 14. O Comboio em Portugal. 


AS TERMAS

Indicações

---

Tratamentos/ caracterização de utentes

Dermatoses e Reumatismo

 

Instalações/ património construído e ambiental

Com 3 emergências de água, sendo explorada uma. A captagem faz-se num poço com 2m de profundidade, aberto do calcário, dele sai a canalização de distribuição para o balneário (Anuário, 1963).
Do lado esquerdo da estrada uma propriedade murada com cerca de ½ hectare. Defronte do portão forma-se uma curta alameda tendo ao fundo o edifício do balneário, construção dos anos 70, tendo ao lado um tanque semi coberto, local da possível emergência de água. Do lado esquerdo da entrada um armazém seguido de uma construção tipo vivenda de emigrante, com paredes em cimento ainda não pintadas. Do lado direito dois grandes armazéns, o primeiro em estado de ruína, seguido de uma correnteza de casas de aluguer de quartos, também em estado de ruína.
Do lado direito da estrada, encontram-se vários edifícios em estado avançado de ruína, o antigo hotel de 3 pisos, casas de aluguer, assim como um grande armazém.

Dentro da parte murada todas as construções em bom estado de conservação encontram-se bem fechadas, mesmo bem conservadas, no entanto parecem não utilizadas e só ocasionalmente visitadas. Segundo informação da proprietária das termas da Azenha, todos estes armazéns são de ferragens.

 

Natureza

Cloretada e Carbonatada     

 

Alvará de concessão

1929 – Alvará de Concessão, publicação DG, nº6, 2ª série, 8/1/1930, a favor de António Maria Meireles de Vasconcelos.


 Historial

Tavares (1810) ao descrever as nascentes do Pranto (Banhos da Azenha) menciona: “Na raiz do dito monte do Bicanho há ainda outras semelhantes origens, que também fornecem a quantidade necessária para banhos, que tomão os enfermos dentro de barracas ou cabanas que formam de ramos de árvores…” (87).  
Lopes (1892) enumera num capítulo sobre Soure as nascentes do Bicanho, da Azenha e da Vinha da Rainha a “1km de Bicanho”: “
…ao norte e na raiz do monte Bicanho, única cuja água de 32º a 34º é aproveitada num estabelecimento balnear muito frequentada na estação própria” (371). Desse estabelecimento balnear no final do séc. XIX, não fez descrição, mas é de crer que fosse bastante primitivo, pois Acciaiuoli (1944, III, 70), informa-nos que as análises feita por C.Lepierre em 1894, foi repetida 16 anos depois “ da beneficiação da captação de água e do estabelecimento termal” 
Lepierre repete as análises em 1922, mantendo-se as características mineralógicas desta água cloretada sódica, bicarbonatada, levemente sulfatada e litínicas, com um caudal diário 448.920 litros /dia, sendo a temperatura de 28º, mais baixa que a referida por Lopes.    
Mendonça (1926) no seu Relatório de reconhecimento afirmou que estas águas eram aproveitadas há cerca de dois séculos, no local existia um balneário, mas não havia alojamentos (cit.  Acciaiuoli,1944, III, 71).    
Le Portugal Hydrologique et Climatique(1934-5,III, 608) refere-se a este balneário, com 8 cabines de 1ª classe, 18 de 2ª e 8 de 3ª classe, todas para banhos de imersão, não havendo qualquer tipo de hospedagem.   
Nos relatórios de inspecção da década de 30 e 40, Acciaiuoli deu como valores de frequência anual em volta de 300 aquista, sobretudo procurada para a cura de dermatoses. Também o banho da véspera de S. João e S. Pedro era prática habitual nestas termas. No Relatório referente ao ano de 1940, tinham sido dados nessas noites 464 banhos. 
Em 1944 esta água foi novamente analisada por Herculano de Carvalho onde é remarcada a constância das suas características mineralógicas.     
Os banhos de S. João são novamente referidos no 
Anuário (1963), marcado o início da época balnear, mas isento de inscrição médica. Esta publicação dá-nos como data de fundação do balneário 1911, da descrição do seu interior poucas mudanças tinha havido, concluído: “Trata-se dum balneário modesto de tipo rural”.

Actualmente todo o conjunto construído não serve como termas, é antes utilizado como armazéns de ferragens e similares.


A CACHE:

É UM PEQUENO CONTENTOR QUE CONTÉM O LOGBOOK E PEQUENOS OBJECTOS PARA TROCA. NÃO TE ESQUEÇAS DE LEVAR CANETA PARA LOGAR.

Additional Hints (Decrypt)

Aãb pbznz nf ynenawnf gbqnf...

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)