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This cache has been archived.

btreviewer: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante as situações relatadas. Relembro a secção das guidelines sobre a manutenção http://www.geocaching.com/about/guidelines.aspx#cachemaintenance :

[quote]
Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Por causa do esforço requerido para manter uma geocache, por favor coloque geocaches físicas no seu espaço habitual de geocaching e não em sítios para onde costuma viajar. Geocaches colocadas durante viagens não serão muito provavelmente publicadas a menos que possa fornecer um plano de manutenção adequado. Este plano deve permitir uma resposta rápida a problemas reportados, e deverá incluir o Nome de Utilizador de um geocacher local que irá tomar conta dos problemas de manutenção na sua ausência. [/quote]

Como owner, se tiver planos para recolocar a cache, por favor, contacte-me por [url=http://www.geocaching.com/email/?u=btreviewer]e-mail[/url].

Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as implicações que as guidelines actuais indicam.

Se no local existe algum container, por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Obrigado

[b] btreviewer [/b]
Geocaching.com Volunteer Cache Reviewer

[url=http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=77][i][b]Work with the reviewer, not against him.[/b][/i][/url]

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O pelourinho ..... - Paialvo

A cache by 4Costa Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 07/28/2011
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:



O pelourinho, as fontes,
a Igreja Matriz e o coreto.

Paialvo

Quanto ao seu topónimo, diz a lenda que o seu nome vem de uma personagem histórica de nome Paio Alves.



Há registo de um alvará em favor de Paialvo, de 1454, passado em Tancos pelo Infante D. Henrique. Os habitantes desta vila solicitaram a sua intervenção, para que pudessem pagar as primícias em Santarém, visto ser lá que vendiam os seus produtos e não em Tomar. O despacho do Infante foi favorável aos homens da Vila de Paialvo. Segue-se o alvará, como foi escrito:

Alvará de D. Henrique ao Vigário de Tomar — 1454

Vigário Amigo o Infante D. Henrique vos faço saber que os moradores de Paialvo, Termo de Torres Novas, me agravaram dizendo que novamente lhes queres obrigar a pagar primícias, por lavrarem no termo dessa Vila.
Porém, eu vos recomendo e mando que os moradores dessa minha Vila ou Termo, que vão lavrar ao Termo de Santarém, lá pagarem as suas primícias.
E se os moradores que no dito Termo de Santarém lavram lá pagam primícias, vós não mandes de nenhuma maneira constranger os ditos moradores de Paialvo que nesse termo lavram, que não paguem aí primícias nenhumas, nem sejam demandadas nem requeridas por nenhuma pessoa pequena ou grande.
Feito em Tancos, aos 29 dias de Abril de 1454
Gil Fernandes o fez


A vila de Paialvo teve o seu foral alguns anos depois deste alvará, em 1500. Teve Câmara, Cadeia e Pelourinho, ou seja, autonomia e justiça própria.

O Concelho de Paialvo foi considerado extinto em 1836 mas, a 23 de Fevereiro de 1837 ainda não tinha entregue o seu cartório. A documentação relativa ao cartório do concelho foi depositada na Câmara de Torres Novas, tendo posteriormente desaparecido num incêndio. Com a extinção legal do concelho de Paialvo, a Freguesia de Paialvo passou a ficar ligada ao concelho Tomar. Apesar da sua extinção como Concelho só se ter efectuado em 1836, há indicações de que a Vila de Paialvo já não funcionava como tal. Em 1764, a área ocupada pela Freguesia era a mesma de hoje. Nessa altura o seu nome era Freguesia de Igreja Nova, Nossa Senhora da Conceição ou Santa Maria era o Orago da Freguesia, cujo cura, o prior da Matriz de Santiago de Torres Novas, da qual era filial, anualmente apresentava o seu rendimento que rondava os 100.000 réis, pagos pelos Fregueses. Não se sabe a data em que o concelho de Paialvo deixou de funcionar como tal, mas sabemos que quando terminou a função passou para o concelho de Torres Novas até 1836, passando depois a pertencer ao concelho de Tomar como Freguesia de Paialvo. Pela leitura do Alvará de D. Henrique se percebe facilmente as divergências entre Tomar e Paialvo, o que terá levado a que o povo de Paialvo passasse para o concelho de Torres Novas. Em 1757 tinha 361 fogos com 1019 habitantes. Em 1774, foi construída a Igreja Nova em Carrazede, que ainda hoje existe. As relíquias do velho concelho, como o Pelourinho e o edifício onde funcionou a sede do concelho, podem ser apreciados na sua plenitude, visto encontrarem-se em bom estado de conservação.

A freguesia de Paialvo foi território senhorial de 1798 a 1857. A 16 de Janeiro de 1798, o Príncipe Regente D. João, criou o título de Conde de Linhares, a favor de D. Rodrigo Domingos de Sousa Coutinho Teixeira de Andrade Barbosa, e concedeu-lhe o Senhorio do Termo de Paialvo. O primeiro Conde de Linhares faleceu a 16 de Janeiro de 1812, no Rio de Janeiro. O último Donatário de Paialvo foi o segundo Conde de Linhares, D. Vitório Maria Francisco de Sousa Coutinho Teixeira de Andrade Barbosa, nascido em Turim (Itália) a 25 de Julho de 1790 e falecido a 29 de Julho de 1857.

Esta freguesia, foi portadora de duas confrarias, criadas para a ajuda mútua e para o bem da vida em sociedade. A Confraria de Paialvo foi constituída a 15 de Maio de 1502 e a Confraria de Bexiga, a 21 de Maio do mesmo ano. Para pertencer a estas confrarias, os Confrades tinham que obedecer, sob juramento, às seguintes ordens:

•Que todos se ajudassem uns aos outros mutuamente;
•Que o Confrade com dificuldades por doença, ou outra fatalidade, fosse ajudado, se necessário, com os bens dos outros Confrades;
•Que, nas tarefas do campo e outras, os Confrades se ajudassem mutuamente.

Em Paialvo, ainda hoje, grande parte dos seus habitantes se ajudam em certos casos, como estabelecia a sua Confraria há 495 anos.

No âmbito da defesa militar, foram criadas pelo Conde D. Henrique, as Ordenanças. Estes eram corpos irregulares, precedentes do tempo dos Godos, povo que anteriormente habitava a Península Hispânica. O Conde deu-lhes uma forma regular e duraram até 1834, com algumas alterações. Estas Ordenanças só combatiam em guerra de guerrilhas e algumas vezes prestavam bons serviços à Pátria, com destaque para a Guerra Peninsular, tendo funcionado de acordo com a lei até 1812. A partir daí chegaram mesmo a tornar-se perigosas para a ordem pública, tendo sido extintas a 20 de Julho de 1834.
A Capitania — mor das Ordenanças do Concelho de Torres Novas, era composta por 11 companhias, conforme o alvará de sua Majestade de 24 de Fevereiro de 1764. Era assim constituída a 5ª companhia da freguesia de Igreja Nova:


Capitão: Manuel Pedro Nunes Ferreira
Alferes: Joaquim Manuel da Fonseca
Sargento do número: Manuel Rodrigues Barbosa
Sargento Supra: Manuel Torrão
Escrivão: António Antunes
Meirinho: José Franco Almeida

Esta companhia era, por sua vez, constituída por 10 esquadras:

Nº 1 — Carrascal e Carrazede
Nº 2 — Vila Nova
Nº 3 e 4 — Paialvo
Nº 5 — Curvaceiras Pequenas
Nº 6 — Curvaceiras Grandes
Nº 7 — A-De-Longo
Nº 8 — Bexiga
Nº 9 — Peralva
Nº 10 — Charneca da Peralva.

http://www.distritosdeportugal.com/site_paialvo/resenha_historica.htm


O Pelourinho

O Pelourinho de Paialvo situado no lugar de Paialvo, freguesia de Paialvo, concelho de Tomar

está colocado sobre uma plataforma em pedra, com três degraus circulares, 

sobre a qual assenta o fuste constituído por duas pedras,

e apresentando no topo um cone truncado com uma esfera por cima, ambos em pedra.

Paialvo, foi no passado sede de concelho (até 1836

e o seu pelourinho é a prova do antigo poder municipal da vila.

Está classificado como Imóvel de Interesse Público pelo IGESPAR, desde 1933 .

http://www.memoriaportuguesa.com/pelourinho-de-paialvo

As fontes



A Igreja Matriz

O coreto


A cache:


A cache não se encontra nas coordenadas publicadas,

para encontrarem as coordenadas terão que 

ver qual o Santo Popular ( A ), 

que se encontra no azulejo da fonte.


São João = 2

São Pedro = 5

Santo António = 8

N39º 33,  A02 W 008º 27, 9A1


Conteúdo inicial: -  logbook, 1 lápis.

Não Se Esqueça:

Deixe tudo como encontrou ou melhor ainda!

Por favor sejam DISCRETOS na procura da cache e deixem o container no lugar e posição que encontraram.

A durabilidade da cache depende da vossa discrição!

Obrigado.

ddv                              4Costa                              ffg

Boas cachadas!


Additional Hints (Decrypt)

Qrageb qryn....
pnpur:
N pnpur aãb fr rapbagen anf pbbeqranqnf choyvpnqnf,
cnen rapbagenerz nf pbbeqranqnf greãb dhr
ire dhny b Fnagb Cbchyne ( N ),
dhr fr rapbagen ab nmhyrwb qn sbagr.
Fãb Wbãb = 2
Fãb Crqeb = 5
Fnagb Nagóavb = 8
A39º 33, N02 J 008º 27, 9N1

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



Reviewer notes

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