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Dia 26 de Fevereiro de 2012
(Domingo)
Programa:
08h30:
Ponto de
encontro N40º34,568
W008º30,730 (estacionamento no “Parque de
Óis”.).
08h45: Início do percurso no
“Parque de Óis”, em Óis da Ribeira.
12h45:Fim
do percurso (estimado).
Ficha Técnica:
Partida e
Chegada: Parque de laser de
Óis.
Âmbito:
Ambiental,
paisagístico, cultural e desportivo.
Tipo de
Percurso: De pequena rota, por caminhos
rurais e florestais pedestres e cicláveis, circular e
sinalizado.

Distância a Percorrer: 14.000 metros
Duração do
Percurso: Cerca de 4h00
Nível de
dificuldade: Baixo/Médio
Época
Aconselhada: Todo o ano.
O
PR 1 “Da Pateira ao Águeda”, é um percurso pedestre
de Pequena
Rota
marcado, nos dois sentidos, segundo as normas da Federação de
Campismo e Montanhismo de Portugal. As marcas com tinta amarela e
vermelha estão de acordo com a figura.
Notas:
- Devem levar água
(!não deve nunca faltar água!), e
comida, alimentos práticos e energéticos (ex. barras energéticas,
marmelada).
- Material
necessário: roupa adequada a caminhar no campo/natureza e à
meteorologia do dia.
!!! (não
esquecer do repelente de insetos) !!!
  
Descrição do
percurso:
O percurso
pedestre da Pateira ao Águeda foi o primeiro trilho a ser
implementado (PR1), e devidamente sinalizado, no concelho de
Águeda.
Este percurso
pedestre de pequena rota (PR) decorre por caminhos e veredas das
freguesias de Óis da Ribeira e Espinhel (concelho de Águeda), junto
àquela que é considerada a maior lagoa natural da Península Ibérica
– a Pateira de Fermentelos –, e ao rio onde desagua, o
Águeda. Sendo em circuito, pode ser iniciado em qualquer dos sítios
por onde passa, muito embora se recomende que o ponto de partida
seja junto à Pateira de Fermentelos, no Parque de Espinhel ou
no Parque de Óis da Ribeira

O trilho
desenvolve-se em espaço natural e semi-natural, por entre amieiros,
freixos, carvalhos, loureiros, choupos e eucaliptos, mas também
junto ao caniço e bunho da zona húmida, onde surgem Habitats de
Importância Comunitária e ganha destaque a diversidade biológica e
a heterogeneidade de paisagens que podem ser trilhadas, onde surgem
ainda algumas áreas associadas ao mosaico paisagístico
“Bocage”.
Seguindo pelas
veredas e caminhos, podem ser observadas espécies como: a
Garça-real, o Milhafre-preto, a Águia-sapeira, a
Águia-de-asa-redonda, o Guarda-rios, o Perna-longa, o Pato-bravo, o
Galeirão entre várias outras espécies de garças, passeriformes,
rapinas e anatídeos. Aliás o próprio termo Pateira
designa, na sua etimologia abundância de patos.
Assim, a
diversidade de habitats permite a sustentação destas comunidades, e
de outros grupos, como por exemplo, os peixes, os répteis,
os anfíbios, os insectos, os moluscos, os mamíferos (a Lontra, o
Ouriço-cacheiro, a Raposa), que podem ser descobertos ao
longo do trajecto.
O pedestrianista contactará de perto com os vestígios deixados por
actividades do passado, elementos ligados ao património histórico
local, à geologia e às actividades tradicionais. Nesta última,
destacam-se as lides agrícolas que durante todo o ano dão vida aos
campos agrícolas do vale do Águeda, mas também as embarcações de
madeira – as tradicionais bateiras – que se encontram
ancoradas nas margens da lagoa, dos rios Cértima e Águeda e que
convidam a um passeio, numa próxima visita.
Conselhos Úteis:
»Evite usar calçado novo nas
caminhadas;
-A escolha do calçado depende
do tipo de percurso e da época do ano.
-As sapatilhas de Trekking são
as mais indicadas.
-As sapatilhas não devem ser
apertadas pois dificultam a circulação.
-Devem ser moldadas antes de
serem utilizadas a sério.
-A pele deve ser impermeável e
a sola deve absorver os impactos.
»Use roupa leve e adequada à
estação do ano e às condições do Tempo;
»Transporte sempre comida e
água na Mochila;
»Leve máquina
fotográfica;
»Evite andar
sozinho;
»Avise familiares e amigos
para onde vai fazer estas actividades;
»Leve sempre roupa de forma a
poder jogar com as peças;
»Faça percursos adequados ao
seu nível de preparação.

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