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#08 - Quarteirão com muita história! v3 Multi-cache

This cache has been archived.

Bitaro: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante as situações relatadas.
Relembro a secção das Guidelines sobre a manutenção http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=307#maint :

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desative temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desativada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

A região onde um geocacher é considerado capaz de manter geocaches responsavelmente irá variar de pessoa para pessoa. Um geocacher que anteriormente fez registo de geocaches numa área alargada a partir da sua residência pode ser considerado habilitado a manter uma geocache a 200 milhas (322 Km) de distância. Contudo, alguém cujas actividades de geocaches têm sobretudo estado dentro da distância de 25 milhas (40km) de sua casa não deverá estar preparado para manter uma geocache tão distante de casa. O critério usado nesta situação fica a cargo do revisor da geocache ou pela Groundspeak.

Por causa do esforço requerido para manter uma geocache, por favor coloque geocaches físicas no seu espaço habitual de geocaching e não em sítios para onde costuma viajar. Geocaches colocadas durante viagens não serão muito provavelmente publicadas a menos que possa fornecer um plano de manutenção adequado. Este plano deve permitir uma resposta rápida a problemas reportados, e deverá incluir o Nome de Utilizador de um geocacher local que irá tomar conta dos problemas de manutenção na sua ausência. Alternativamente poderá treinar uma pessoa local para fazer manutenção à geocache. Documente o seu plano de manutenção numa Nota ao Revisor ou na sua página de geocache. Isto deverá incluir a informação contacto da pessoa que irá efectuar a manutenção. A nota irá ser apagada automaticamente aquando da publicação.

Se no local existe algum recipiente por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Como owner, se tiver planos para recolocar a cache, por favor, contacte-me através do mail indicado no meu perfil e refira o GC Code da cache.
Lembro que a eventual reativação desta cache passará pelo mesmo processo de análise como se de uma nova cache se tratasse, com todas as implicações das Guidelines actuais.

Obrigado pela colaboração
Bitaro
Community Volunteer Reviewer

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Hidden : 12/28/2011
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   not chosen (not chosen)

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Geocache Description:





S. Domingos - Ordem 3a. S. Domingos (Desvalidados) - Martins Sarmento
Pela proximidade entre si e com outras caches existentes e/ou planeadas, é impossivel criar uma cache para cada um destes monumentos referidos. A ideia, é "obrigar" a ir conhecê-los, tendo como "bónus" esta singela cache. A partir da Igreja de S. Domingos, está a Ordem Terceira (Desvalidados) a 12mts e o Museu Martins Sarmento apenas a 80mts. É um passeio merecido.

Venerável Ordem Terceira de São Domingos
Em Dezembro de 1270, quatro religiosos dominicos – entre os quais o prior de S. Domingos do Porto – dirigiram-se a Guimarães, com o fim de levantarem aqui um convento da sua Ordem: e reunidos para tal fim com as pessoas mais notáveis da vila, na capela de S. Tiago da Praça, ali lhes foi concedida gostosamente a licença para a fundação projectada, demarcando-se-lhe um local, fora e perto da torre da Senhora da Piedade, na embocadura da rua da Rainha para a praça do Toural.

Por meio de esmolas compraram os frades algumas casas e quintas e principiando a obra em 1271, no reinado de Afonso III, tinha-na concluído oito anos depois, poderosamente coadjuvados por João Pires Arruda, pelo cónego Pero Soares e sua irmã, por Gonçalo Gonçalves, cavaleiro da Ordem da Rosa, e sua mulher, e ainda pelas piedosas senhoras Orraca Anes, Orraca Manteigada, e D. Maria Monja no hospital de Chavo.

Neste convento assistiram os filhos de Domingos de Gusmão até 1323 – ano em que el-rei D. Diniz o mandara derrubar pelo mesmo motivo, que demos a respeito do de S. Francisco (ver cache #07 - S. Francisco).

Contrariados por este revés, só mais tarde é que os frades – marcado novo local para nova edificação, poucos passos ao poente do antigo convento – principiaram as obras, concorrendo muito para o custeamento delas o arcebispo de Braga, D. Lourenço, que do seu bolso fez o coro, a sacristia e grande parte da igreja, – mandando colocar as suas armas no óculo sobre a capela-mor – o fidalgo João Afonso de Briteiros, que mandou levantar o lanço da parede sul da mesma igreja, a porta principal e outras oficinas, um bispo de Burgos, que fundou a livraria; não devendo omitir-se no catálogo dos beneméritos desta casa a D. Maria de Berredo, mulher de Rui Vaz Pereira, que igualmente concorreu com valiosos donativos.

Esta casa foi por largos anos um seminário de varões ilustres, e nela se guarda ainda religiosamente num pequeno túmulo, na capela lateral do lado do Evangelho, a ossada do beato Lourenço Mendes, o frade virtuoso e benemérito, que à custa de esmolas e sacrifícios construíra a ponte de Cavês sobre o Tâmega, no lugar que divide as terras do Minho das de Trás-os-Montes.

A igreja de três naves e dez altares laterais – uma das mais espaçosas e elegantes de Guimarães – passou no decorrer dos tempos por várias reformas; e assim a actual porta principal foi feita em 1770 por voto de Rodrigo de Sousa da Silva Alcoforado, como reza o dístico da mesma porta. Antes disto, em 1744, quando se tratava doutra restauração da igreja, resolvera a câmara e a nobreza, em sessão de 3 de Março, dar para o retábulo da capela-mor 400$000 réis tirados do cabeção da sisa. Finalmente em 1874, à custa da Ordem Terceira e irmandades ali erectas, reformou-se de novo toda a igreja com pinturas, douramentos e estuques, sendo depois benzida e restituída ao culto público a 21 de Fevereiro de 1879.

Depois da extinção das Ordens religiosas esta igreja foi cedida à Ordem Terceira de S. Domingos pela rainha D. Maria II em 24 de Janeiro de 1851, e dado o convento à câmara por decreto de 25 de Abril de 1842: tendo servido em 1839 de quartel militar aos oficiais do 18, serve actualmente de tribunal judicial desta comarca (edificio do lado Esquerdo da Rua D. João I que desce oposto á Igreja).

Chama aqui a atenção dos visitantes a famosa arcaria gótica do claustro, hoje a ameaçar ruína, pela demolição quase total do convento; e as imagens em tamanho natural, dos patriarcas S. Francisco e S. Domingos, na capela-mor. Era também muito notável o relicário da sacristia, hoje infelizmente profanado e roubado.

Ultimamente foi esta igreja enriquecida com mais uma excelente imagem em tamanho natural, do SS. Coração de Jesus, que se fica venerando na capela lateral, ao norte do arco cruzeiro. Foi dádiva de D. Maria José da Silva Costa; esculturada em Vila Nova de Gaia, por João de Afonseca Lapa e benzida pelo cardeal bispo do Porto, D. Américo a 11 de Agosto de 1880. Expôs-se aqui à veneração pública a 5 de Dezembro deste mesmo ano, e tem agora uma confraria, que no dia 31 de Julho de 1881 inaugurou solenissimamente uma escola de instrução primária para meninos." Fonte: aqui.

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Hospital dos Entrevados ou Desvalidos da Ordem Terceira de S. Domingos
A Rua D. João I foi outrora uma das ruas mais movimentadas de Guimarães, uma vez que era o local de saída para o Porto.
Mantém ainda um aspecto vetusto que lhe é dado pelo ambiente escuro e algo sombrio, pela estreiteza da rua e pelas casas antigas com varandas de balaústres em madeira.
Um dos monumentos mais importantes que aqui pode ser admirado é o Padrão de D. João I, obra do século XVI, cujo magnífico cruzeiro é coberto por uma espécie de baldaquino renascença. Foi ligeiramente deslocado do local inicial onde se encontrava em finais do século XIX, devido ao intenso movimento da rua.
Outro dos monumentos importantes aqui existentes, é o edifício da Venerável Ordem Terceira de S. Domingos, edifício do século XIX, cujos alicerces começaram a ser erigidos em 1836, sendo solenemente inaugurado em 1840. Alguns anos depois, em 1854, iniciou-se o Hospital dos Entrevados pertencente à mesma Ordem Terceira.
Hospital da Ordem Terceira de S. Domingos por iniciativa dos beneméritos cidadãos José Gomes Fernandes Baptista e Custódio José Ribeiro Guimarães tem esta venerável Ordem junto à sua elegante capela o seu hospital, cuja primeira pedra foi lançada a 26 de Outubro de 1836, tendo-se já principiado a abrir os alicerces no dia 4 do mesmo mês e ano. Foi aberto solenemente para tratamento dos irmãos enfermos pobres a 26 de Maio de 1840. Não está ainda concluido, e as enfermeiras ressentem-se bastante da falta de ar e de luz; em compensação tem para os convalescentes um formoso jardim e na fachada para este lado um extenso varandim, de onde se gozam lindíssimos horizontes.
Tem esta Ordem num dos salões do mesmo hospital uma numerosa galeria de retratos dos seus benfeitores.
Nos três últimos anos foi o movimento médio neste hospital de 145 doentes.

Possui em fundos nas diferentes repartições o seguinte capital:
Hospital..................... 35:471$048
Ordem....................... 13:931$763
Entrevados................. 11:695$160
Lausperenne............... 8:654$353
Receita média............. 3:247$317
Despesa média........... 3:223$230

São estes os hospitais permanentes de que Guimarães se ufana, contando em cada um deles um brasão nobilíssimo da caridade e piedade de seus filhos; mas quando por infelicidade qualquer epidemia surpreende a população, desde logo se improvisam outros com uma rapidez eléctrica.

Assim aconteceu no ano de 1855.

Dando-se no Porto repetidos casos de cólera e em Guimarães alguns, embora no princípio um pouco duvidoso, a câmara desta cidade reunida a 27 de Junho desse ano, resolve tomar enérgicas providências contra o terrível flagelo, tratando desde logo da fundação dum hospital para coléricos nas casas dos Coutos, no largo da Misericórdia.
Os particulares apressam-se a coadjuvar o senado, a Santa Casa da Misericórdia subscreve com 200$000 réis, lençóis e remédios, que pudessem aviar-se na sua botica, a Ordem de S. Francisco com 100$000 réis, a de S. Domingos com 80$000 réis e assim no brevíssimo espaço de seis dias abre-se o o projectado hospital, que principia a receber doentes a 3 de Julho de 1855 até 23 de Novembro do mesmo ano, em que se desvanecera a epidemia.
Durante o estacionamento de corpos militares em Guimarães tem servido de hospital para os mesmos o convento de S. Francisco e o do Carmo. Actualmente os doentes militares são tratados no hospital da Misericórdia, segundo um contrato celebrado com esta Santa Casa, pelo módico preço de 240 réis diários por cada enfermo. Fonte: aqui.

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Museu Martins Sarmento
O Museu da Sociedade Martins Sarmento é um dos mais antigos museus arqueológicos portugueses. A sua primeira instalação data de 1885 e o seu núcleo central foi constituído com o espólio que pertenceu à colecção particular de Francisco Martins Sarmento, que o arqueólogo doou à instituição.

O Museu está instalado na sede da SMS. As suas secções arqueológicas distribuem-se por dependências do extinto Convento de S. Domingos (escadaria de S. Domingos e claustro gótico, ao qual, em finais do século XIX, foi sobreposto um segundo piso para funcionar como galeria do Museu). Mantendo, no essencial, a estrutura expositiva original, o Museu da SMS é também, nos tempos que correm, uma memória única das concepções museológicas da transição do século XIX para o século XX.

Os acervos do Museu distribuem-se por cinco secções:

  • Secção de epigrafia e escultura antiga (escadaria do antigo convento de S. Domingos, piso inferior do claustro e jardim).
  • Secção das indústrias pré e proto-históricas (galeria superior do claustro de S. Domingos).
  • Secção de numismática, esfragística e medalhística (galeria superior do claustro S. Domingos, em parte em reserva).
  • Secção de etnografia moderna (actualmente em reserva).
  • Secção de arte moderna e contemporânea (actualmente em reserva).

Por motivos de segurança, a Sociedade Martins Sarmento tem guardado, em cofre bancário, um conjunto de peças, nomeadamente objectos em ouro de grande valor patrimonial, que podem vir a constituir um dos principais centros de atracção de um Museu renovado.

O Homem: Francisco Martins Sarmento
Tendo nascido em Guimarães, no seio de uma família abastada, a Francisco Martins Sarmento parecia estar traçado o futuro despreocupado de um homem rico. Todavia, contrariando o seu destino, viria a tornar-se uma personagem singular no contexto cultural português da segunda metade do século XIX.

Iniciou a aprendizagem das primeiras letras aos oito anos, fez o liceu num colégio do Porto e, em 1848, com quinze anos, foi para Coimbra onde estudou Direito. Aí se envolveu na roda-viva da boémia estudantil coimbrã, sendo famoso o seu pouco interesse pelo conteúdo dos livros de leis. Apesar de tudo, aos 20 anos era bacharel. Jamais faria uso do seu curso.

Por meados do século XIX, os jovens pareciam atingidos por uma mania singular: tornavam-se poetas. Sarmento não escapou a esta regra. Os primeiros textos que publicou trazem a marca característica da sua geração. São poemas traçados segundo a moda e o gosto do ultra-romantismo, embora caracterizados pela fraca consistência formal, mas profundamente reveladores do estado de espírito do jovem Sarmento. São versos tristes e desiludidos de alguém que deixa transparecer uma profunda angústia e um grande desencanto perante as armadilhas da vida. Desilusões amorosas, dirá quem o leu.

O escritor Camilo Castelo Branco, que se ligará a Sarmento por laços de uma amizade profunda e solidária, escreve num texto a propósito de Poesias, livro de Sarmento publicado em 1855, que lhe perguntou se tudo aquilo era verdade. Do que o amigo lhe respondeu, o romancista nada nos informa. Mas diz-se convencido pelo que escutou em resposta, apesar de Sarmento não lhe ter aberto a vala onde caíram amortalhadas as suas afeições, tão cedo.
Não seria como poeta que Sarmento atingiria a notoriedade, terminando com aquela publicação os seus devaneios líricos.

Decorrido algum tempo, e depois de ter recebido críticas impiedosas em relação ao mérito dos seus versos, acabaria por retirar de circulação o livro (a que chamaria mais tarde de poesias abomináveis), desde então uma raridade bibliográfica.

Por essa altura, recolheu-se Francisco Martins Sarmento na sua cidade natal, dividindo o tempo entre Guimarães e Briteiros. Passava os dias entre os livros da sua monumental biblioteca, lendo de tudo, como ele próprio dizia. Aí se começava a afirmar como homem de sólida cultura: lia muito, dominava diversas línguas, de vez em quando vinha a público envolver-se em polémicas que ficariam célebres, mas tardaria em encontrar um objecto de interesse em que envolvesse o seu espírito inquieto."

Mais info aqui: Sociedade Martins Sarmento



fefefefefefefefefefefefefefe


Como fazer esta cache (só é preciso fazer 1 equação

1- Ponto: qual a sequência correcta que aparece na fachada (fachada exterior e varandas) da Sociedade Martins Sarmento
ETHNOGRAPHIA - HISTORIA - ARCHEOLOGIA ----------------------> 41° 26.567'N
HISTORIA - ETHNOGRAPHIA - ARTES ---------------------------------> 41° 26.561'N
INDVSTRIAS - SCIENCIAS - LETTRAS ----------------------------------> 41° 26.558'N
LETTRAS - ARCHEOLOGIA - ARTES ------------------------------------> 41° 26.547'N

2- Ponto: Existe um brasão com 2 côres (preto e branco).
Pergunta: qual o numero de estrelas? = A
(Sugestão: usem maquina fotográfica )

3- Ponto: A Rosacea da fachada principal da Igreja S. Domingos tem várias formas: triângulos, circulo e  losangos.
Pergunta para B: Quantos losangos? = (B+7) = C
(Sugestão: usem maquina fotográfica )

SOMA DE CONTROLO A e B = 24

A coordenada que falta será 8° 17.AC' W

Juntem ambas as soluções e tem a coordenada da cache final.


How to do this
cache (you only need to make an equation [:)]
1 - Point: What is the correct sequence that appears in front of the Martins Sarmento Society (façade and balconyes)
ETHNOGRAPHIA - HISTORIA - ARCHEOLOGIA ----------------------> 41° 26.567'N
HISTORIA - ETHNOGRAPHIA - ARTES ---------------------------------> 41° 26.561'N
INDVSTRIAS - SCIENCIAS - LETTRAS ----------------------------------> 41° 26.558'N
LETTRAS - ARCHEOLOGIA - ARTES ------------------------------------> 41° 26.547'N

2 - Point: There is a coat of arms withtwo colors (black and white).
Question: What is the number of stars? = A
(Hint: use machine photo )

3 - Point: The window (Rosacea) of the main facade of the church S. Dominic has several forms: triangles, circle and diamonds.
Question for B: How manydiamonds? = (B +7) = C
(Hint: use photographic machine )

THE CHECKSUM OF A and B = 24

The missing coordinate
will be 8° 17.AC'W

Join both solutions and you will havethe coordinates for the final cache.



Objectivo deste "Passeio por Guimarães:

Com este conjunto de caches, propusemo-nos a criar um percurso que vos vai fazer percorrer alguns dos locais mais emblemáticos de Guimarães, recentes ou com mais história, sem querer ficar presos ao "clichés" habituais de uma visita turistica, mas que encerram história, arquitectura, cultura, património e beleza em simultaneo.

O conteúdo escrito destes listings não pretende ser um apontamento de estudo, ou abarcar a história total de cada lugar que vão visitar. Pretendemos apenas fazer com que visitem o local, e saibam minimamente algo sobre o mesmo. Para mais informações recomendamos visitem o espólio da Biblioteca Municipal, onde inclusivé vai existir nas imediações uma cache como nome "Convento de Sta. Clara"

A cache:
A cache é uma micro. Contém apenas logbook. Deixem como encontraram, sejam cuidadosos ao retirar e re-colocar para que dure.

Sempre que possivel façam C.I.T.O. ("cache in trash out" que é como quem diz "faz a cache recolhe lixo") e divirtam-se.

Esperamos que gostem.

Mais uma cache by:

ENJOY!

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Additional Hints (Decrypt)

CG: 1ª rfdhvan
RA: 1fg pbeare

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)