Skip to Content

Traditional Geocache

Penha d’ Águia

A cache by AndreAparicio Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 12/9/2012
In Guarda, Portugal
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
3 out of 5

Size: Size: small (small)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:



 Breve história de Loriga:

Esta antiga vila e sede de concelho está num covão, mas à altitude de 741 metros. À maneira de moldura imponente cingem-na altos montes e que são as Penhas do Gato e dos Abutres, respectivamente com as altitudes de 1768 e 1819 metros, ficando entre as duas a chamada «Garganta de Loriga».

Nas suas faldas estende-se o tapete verde escuro dos pinheiros e corre a ribeira que da serra desce, reunindo várias nascentes até formar mais abaixo um caudal abundante no Inverno.
Vista do miradoiro da Senhora da Guia ou do da Penha d’ Águia, Loriga oferece um panorama muito belo, em que a alvura das suas casas e fábricas contrasta com negrume das serranias ou o verde escuro dos pinheiros, fazendo desta vila serrana uma terra tipicamente portuguesa e beirã.
O nome advém-lhe de «lorica», armadura ou couraça guerreira, de evidente etimologia românica.
Conserva-se ainda uma parte da estrada romana nas «Calçadas» e é bem conhecida a ponte romana sobre a ribeira das Courelas.
Esta estrada, vindo dos lados da Portela do Arão, confirma existência dum «Castro» primitivo, cujas ruínas eram bem visíveis em 1759. Hoje apenas restam montes de pedras mas o lugar foi sempre denominado de «O Castro».
Desconhece-se a origem remota desta povoação mas sabe-se que por aqui andaram romanos, suevos e mouros, havendo vestígios da passagem destes povos.
No lugar conhecido por «Campa» existe ainda sepultura antropomórfica que o povo chama de «Cova» ou «Caixão da Moura». Tudo leva a crer que se trate duma sepultura primitiva, cuja idade é impossível fixar no tempo.
É tradição que os habitantes do Castro lusitano, influenciados pelos romanos, desceram ao vale e fundaram no local denominado hoje «Chão do Soito» a primitiva povoação de Loriga. Mais tarde esses mesmos habitantes, atraídos pela abundância das águas das ribeiras que passavam próximas, deslocaram-se um pouco mais para o local onde existe a vila actual.
No monte de S. Bento existiu outrora uma pequena capela onde vivia um ermitão e que tinha por Orago o respectivo Santo.  
Loriga foi sede de concelho desde a concessão do foral, por D. Manuel I, em 15 de Fevereiro de 1514.
Foi extinto em 28 de Outubro de 1855, passando a fazer parte do concelho de Seia. Tinha pelourinho que desapareceu no século passado, segundo reza a tradição oral. Era constituído por uma coluna de pedra oitavada, com uma argola movediça de ferro forjado, tendo por base três degraus e era encimado por uma pedra quadrangular e ostentando as armas da vila.
Loriga tinha câmara municipal e cadeia, que já não existem porque foram adaptadas a residências particulares. Dizem que a espessura das paredes era de 1,80 metros. 
Um dos mais belos panoramas que impressiona o olhar do turista é o que se vislumbra do pitoresco miradoiro da Penha d’Águia, na estrada nacional 231 Viseu – Covilhã, sobre a vila de Loriga. Cenário grandioso, atraente, e emotivo!...
À distância erguem-se imponentes, hirtas como estátuas ciclópicas, as Penhas do Gato e dos Abutres, com 1900 metros de altitude, em cujos recortes se cavam vales profundos, e nestes correm velozes e sinuosas as águas cristalinas da Ribeira de S. Bento e das Courelas que acariciam, de permeio, uma espécie de castelo maravilhoso, de intermináveis sucalcos que os homens ergueram com o suor do rosto, para formar o assento da vila de Loriga.
Daqui se vê a capela de Nossa Senhora da Guia, que é o farol e esperança de todos os loriguenses.
A Portela do Arão, a Fonte dos Amores, a Vista Alegre e tantos outros lugares que os habitantes conhecem, sobressaem da retina dos olhos que, embevecidos, não cessam de os contemplar. A juzante de Loriga, as duas ribeiras entrelaçam-se e caminham unidas pelas vertentes até bem longe se encontrarem com o rio Alva.

Additional Hints (Decrypt)

Qrageb qr hz ohenpb rfpbaqvqn pbz crqenf ...

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

Find...

191 Logged Visits

Found it 184     Write note 3     Publish Listing 1     Needs Maintenance 2     Owner Maintenance 1     

View Logbook | View the Image Gallery of 19 images

**Warning! Spoilers may be included in the descriptions or links.

Current Time:
Last Updated: on 8/20/2017 7:38:25 AM Pacific Daylight Time (2:38 PM GMT)
Rendered From:Unknown
Coordinates are in the WGS84 datum

Return to the Top of the Page