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NTM CREOULA 75ANOS25 Mystery Cache

Hidden : 02/09/2013
Difficulty:
3 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:


O NTM Creoula comemorou em 2012 75 anos de existência e 25 de serviço na Marinha Portuguesa. Juntamente com outros três lugres ex-bacalhoeiros, o ”Santa Maria Manuela”, o 'Argus' e o 'Gazela', é um dos últimos sobreviventes da chamada 'Frota Branca Portuguesa'.


História

Foi construído, juntamente com a embarcação-gémea, o 'Santa Maria Manuela', nos estaleiros da CUF em Lisboa, por encomenda da Parceria Geral de Pescarias Lda, num tempo recorde à época de 67 dias úteis, foi lançado ao mar a 10 de maio de 1937 tendo feito a sua primeira campanha de pesca nesse mesmo ano. No ano seguinte (1938), nos Países Baixos, foi construída uma terceira embarcação idêntica, o 'Argus'.

O 'Creoula' foi utilizado pela Parceria Geral entre 1937 e 1973, nas campanhas de pesca do bacalhau ao largo da Terra Nova.

Em 1974 o navio foi adquirido à empresa pela Secretaria de Estado das Pescas, visando ser requalificado como um museu da pesca. Entretanto, quando docada para os reparos, o exame do casco revelou que este se apresentava em ótimas condições, pelo que se deliberou que a embarcação voltaria a navegar, agora como navio de treino de mar (NTM).

Entregue à Marinha Portuguesa, é um dos poucos navios europeus que conta com uma guarnição mista, militar e civil. É operado como Navio de treino de Mar.



Características

É um lugre de quatro mastros, destinado originalmente à navegação nos mares gelados da Terra Nova e da Gronelândia. Por essa razão, as obras-vivas à vante, nomeadamente a roda de proa, tiveram construção reforçada.

Até à sua última campanha de pesca, em 1973, possuía mastaréus, retrancas e caranguejas em madeira. O gurupés ('pau da bujarrona'), também em madeira, deixou de existir em 1959, passando o navio a dispor apenas de duas velas de proa: a giba e a polaca. O mastro de vante (traquete) servia de chaminé à caldeirinha e ao fogão a carvão.

As velas originais eram de lona de algodão possuindo a embarcação duas andainas de pano, manufacturadas pelos próprios marinheiros de bordo. O pano latino era de lona de algodão n° 2, o velacho (redondo) em lona de algodão n° 4 e as extênsulas de algodão n° 7, o mais resistente. As tralhas das velas eram em cabo de manila. O aparelho fixo era em aço, mas o de laborar era originalmente em sisal

O actual espaço entre a zona da coberta de vante (coberta das praças) e a casa das máquinas, era originalmente o porão do pescado, em cujos duplos fundos se fazia a aguada do navio. O navio estava assim dividido em três grandes secções separadas por duas anteparas estanques que delimitavam, a vante e a ré, o porão do pescado. À vante do porão ficavam os alojamentos dos pescadores, o paiol de mantimentos e as câmaras frigoríficas para o isco; à ré localizavam-se os alojamentos dos oficiais, a casa das máquinas, os tanques do combustível, o paiol do pano e aprestos de pesca. A embarcação possuía ainda nos delgados de vante e de ré vários piques utilizados como reserva de aguada, armazenamento de óleo de fígado, carvão de pedra para o fogão e óleos lubrificantes.

Todo o interior do navio era revestido a madeira de boa qualidade, e o porão calafetado para evitar o contacto da salmoura com o ferro.




- a cache não está nas coordenadas publicadas -


Additional Hints (Decrypt)

an onfr

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)