Skip to Content

<

Quinta da Bacalhôa

A cache by Diabzie Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 04/12/2013
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size: small (small)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Related Web Page

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:

Palácio e Quinta da Bacalhoa

 


A Quinta da Bacalhoa, obra magnífica e rara, «nunca teve nome próprio e foi sempre designada pelo local onde estava situada ou pelo de seus donos; chamou-se Quinta do Bacalhau por ter pertencido a D. Jerónimo Manuel, o Bacalhau, que nela faleceu em 1602. Em 1730 ainda se encontra assim nomeada, mas depois, sob a administração de D. Francisca de Noronha, passou a ser conhecida por Quinta da Bacalhoa.»

 Para uns, o que parece pouco admissível, pois a alcunha já existia no tempo do pai. D. Jerónimo Manuel adquiriu-a depois de uma viagem à índia onde os capitães sofreram grandes provações para salvarem a tripulação, atacada de escorbuto, e ficando só com o bacalhau, considerado nessa época nocivo à saúde; para outros, aquele sobrenome é menos honroso e a designação da quinta deriva, simplesmente, do facto de aquele ramo da família haver sido negociante de bacalhau, na Casa dos Bicos, em Lisboa, que pertencia à família Albuquerque. A história dos senhores desta quinta e uma análise pormenorizada da sua valiosa colecção de azulejos foram já motivo de estudos de Joaquim Rasteiro, Reinaldo dos Santos e Santos Simões.


 No tempo de D. João I o seu monteiro-mor, João Vicente, tinha emprazado em três pessoas a «Quinta de Azeitão em Ribatejo». Uma parte da propriedade era foreira à Coroa e a restante a Diogo Fêo. Em virtude de João Vicente estar velho, cego e pobre, o rei comprou o domínio directo da quinta a Diogo Fêo e permitiu que se emprazasse, em 1427, a seu filho D. João, mestre da Ordem de Sant'Iago e Condestável do Reino, a quem, mais tarde, seu irmão, o rei D. Duarte, fez doação. Por sua morte, em 1442, sucedeu-lhe na posse sua filha D. Brites, que veio a casar em 1447 com o infante D. Fernando, irmão de D. Afonso V. A quinta, lembrança da nova possuidora - que a usufruiu 64 anos, desde 1442 até à sua morte, em 1506 - tornou-se conhecida por «Quinta da Condestablessa» e passou a dispôr, desde essa data, de uma edificação notável, que, segundo se crê, constava de uma cerca torreada e de um revestimento de azulejo do modelo levantino, de que existem ainda numa das dependências da edificação alguns exemplares, pertencentes aos tipos rajolas que se fabricaram em Valência na segunda metade do século XV.



A quinta passou mais tarde para uma bisneta da Condestablessa, D. Brites Lara, que casou em 1519 com o Marquês de Vila Real. Em 1521 a nova proprietária começou a desmembrar as extensas propriedades que possuía na região e, em 1528, acabou por vender a própria Quinta de Azeitão a Brás de Albuquerque, filho natural do grande Vice-Rei da índia, Afonso de Albuquerque, pela avultada quantia de dez mil cruzados de ouro.

A descrição mais antiga desta quinta, posterior à sua aquisição por Afonso de Albuquerque filho, data da época da elaboração do tombo do morgadio, mandado fazer por D. Jorge Manuel e autorizado por alvará de 31 de Maio de 1631: «Umas casas muito grandes e muito nobres, edificadas com muito primor, com varandas de todas as partes e casas e muitas salas, camaras recamaras, postas de parte do norte e do levante, ficando a quinta e pomar com seus jardins da parte sul e poente. Tem mais estas casas cubellos nos três cantos que se fazem para fora contra o norte, dois ao norte e um ao sul com que ficam realçados e lustrosas e na entrada que está em um pateo muito grande e com os seus portais, cerrado de muro, em que se correram e podem correr touros, está uma escada toda de pedraria com uma volta, toda com seus balaustres de mármore, que forma a entrada da primeira sala. Tem mais duas varandas com seus arcos de jaspe e columnas do mesmo, uma parte para a banda poente e outra para o norte com as suas grades de ferro até ao meio, com seus azulejos até meio das paredes. »

A propriedade foi adquirida, já no séc.XX por Mrs. Orlena Scoville, que iniciou uma obra de salvamento e reconstituição da quinta.
Actualmente a Quinta da Bacalhôa pertence à Fundação Berardo, liderada pela família Berardo, cujo patriarca é o Comendador José Berardo.

Foi classificada pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) como Monumento Nacional em 1996.


 

Additional Hints (Decrypt)

Pbzb qvmvn b Infpb Fnagnan "Cbqvn snmre-zr b bofédhvb qr qne hz obpnqvaub qb frh yhzr?...Pbzcerraqv-gr! Aãb gr qvtanf n onvkne-gr ngé zvz, hz uhzvyqr genafrhagr..."

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

Find...

600 Logged Visits

Found it 583     Didn't find it 9     Write note 1     Temporarily Disable Listing 1     Enable Listing 1     Publish Listing 1     Needs Maintenance 1     Owner Maintenance 3     

View Logbook | View the Image Gallery of 45 images

**Warning! Spoilers may be included in the descriptions or links.

Current Time:
Last Updated:
Rendered From:Unknown
Coordinates are in the WGS84 datum

Return to the Top of the Page

Reviewer notes

Use this space to describe your geocache location, container, and how it's hidden to your reviewer. If you've made changes, tell the reviewer what changes you made. The more they know, the easier it is for them to publish your geocache. This note will not be visible to the public when your geocache is published.