Muitos dos primeiros moradores do bairro do Sumaré, tiveram elos e suas vidas ligadas ao bairro e deixaram seus nomes gravados na sua história.
Os Desio, Morrone, Toledo, Queiroz, Oliveira Ribeiro, Arnaldo Ferreira, Fernandes Costa, Costella, Prudente Correia, Santos, Fonseca, Patella, De Bonis, Castro, Eça, Silva, Ricardina, Albina, Cirilo, Basile, Cury, Eça e claro muitos outros que jamais serão esquecidos pelo apoio que deram, serviços prestados e pela dedicação.
Quem vê o Sumaré hoje, jamais poderia imaginar como foi nos idos de 38, 39 e 40, logo após a doação feita pelo Comendador Vicente de Azevedo. Poucas residências, espalhadas nas colinas e encostas, entre os bairros de Pinheiros, Vila Madalena, Ecolástica, Pompéia e Perdizes.
Não havia iluminação pública, proporcionando o famoso “luar do Sumaré”. A Avenida Dr. Arnaldo não tinha calçamento, bem como a Estrada do Araçá, mais tarde Rua Heitor Penteado. Havia o serviço de coleta e incineração de lixo da cidade, com centenas de animais de tração, localizado na Rua Amália de Noronha, esquina com Oscar Freire e Av. Dr. Arnaldo, junto onde está situada a Praça Jurema Patella de Castro, recentemente inaugurada.A linha de ônibus 55, que circulava quando queria, tinha garagem mais acima e seu ponto final era nas esquinas das Ruas Catalão e Corumbá, em frente ao portão da Rádio Difusora,mais tarde na Av. Alfonso Bovero com Rua Apinagés.