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Clube das Sandes: Os acidentes com Submarinos, na maioria dos casos, resultam em tragédias.

Atualmente, decorrem as operações de localização e busca do submarino Argentino ARA San Juan, desaparecido há duas semanas em águas do Atlântico com 44 tripulantes a bordo.

O 141 - KURSK foi algo parecido.

O K141 - KURSK, foi um submarino nuclear da Classe Oscar-II, pertencente à Marinha Russa que afundou no Mar de Barents em 12 de Agosto de 2000, com uma tripulação de 118 homens. Foi batizado em homenagem a uma das maiores batalhas da Segunda Guerra Mundial, a Batalha de Kursk, em 1943.

Este projeto ficará por aqui. Foi em memórias dos 118 marinheiros Russos.

A todos os que se interessaram por ele, que por aqui passaram, que aqui vieram, fica o nosso Obrigado.

Vemo-nos por aí.

Aquele abraço do Clube das Sandes

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K141 KURSK

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Hidden : 01/31/2016
Difficulty:
4.5 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:


K141 KURSK

PT -

Só possui Logbook. Devem levar material de escrita. Não destruam a CACHE. Ela foi pensada para surpreender.

Boa sorte!

1 abraço do Clube das Sandes

ENG -

You only have Logbook. They must carry writing materials. Do not destroy CACHE. It was meant to amaze.

Good luck!

1 hugs from Clube das Sandes

PT - 

HISTÓRIA BASEADA EM FATOS VERIDICOS.

K141KURSK, foi um submarino nuclear da Classe Oscar-II, pertencente à Marinha Russa que afundou no Mar de Barents em 12 de Agosto de 2000, com uma tripulação de 118 homens. Foi batizado em homenagem a uma das maiores batalhas da Segunda Guerra Mundial, a Batalha de Kursk, em 1943.

Foi uma das primeiras embarcações concluídas, logo após a queda da União Soviética. Sua função principal seria compor a Frota do Mar do Norte, cuja sede localiza-se em Severomorsk. As obras de construção começaram em 1990 em Severodvinsk, perto de Arkhangelsk, sendo lançado em Dezembro de 1994.

Possuía 154m de comprimento, 18m de largura, e equivalente a quatro andares de altura (Peso estimado de 18.000 ton), sendo considerado o maior submarino de ataque já construído. Era considerado indestrutível pelos marinheiros russos, devido ao seu tamanho e aos recursos tecnológicos.

De acordo com informações do serviço de sísmologia da Noruega, Instituição NORSAR, teria havido duas explosões detectadas aproximadamente nas coordenadas 69°38'N e 37°19'E, durante a manhã de 12 de agosto de 2000. A primeira explosão foi às 11:29:34 (hora de Moscou) e teve uma magnitude de 1,5 na escala de Richter, seguido de um segundo de 3,5, às 11:31:48, correspondendo a cerca de 100/250Kg de explosivos(TNT).

Dados semelhantes foram registrados por estações sísmicas no Canadá e Alasca. Além disso, dois submarinos americanos (um deles - USS Memphis), que estavam acompanhando os exercícios, registrou duas explosões submarinas às 11:38. Um submarino russo e o cruzador pesado PETR Velikiy que também acompanhavam as manobras, detectaram essas explosões também. O Ministro da Defesa da Rússia disse que o submarino russo de apoio, recebeu também o som de uma terceira explosão às 11:44. O submarino americano alega ter detectado um ruído durante o intervalo entre as duas explosões, que reconheceu como tanques de lastro de sopro explodindo ou o aumento da velocidade da hélice. O acidente só foi tornado oficialmente público no dia 14 de Agosto. O Incidente com o submarino Kursk provocou uma enorme reação no mundo, pois tratando-se de um submarino nuclear temia-se um acidente parecido com o de Chernobyl. Durante a noite de 14 de Agosto, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Israel, Itália, Noruega, Estados Unidos da América e outros países ofereceram sua ajuda. Porém como o submarino continha tecnologia e segredos militares, os russos foram reticentes em aceitar tal ajuda.

Estudos indicam que a tripulação dos compartimentos 5 e 5B, conseguiram lacrá-los logo após a segunda explosão. Estes compartimentos eram revestidos de chumbo(sarcófago) e continham os reatores atômicos,uma vez lacrados, somente poderiam ser abertos pelo lado de dentro. Esta ação foi de fundamental importância evitando que explodissem devido a alta temperatura que estava sendo acumulado no submarino. Investigações após o resgate,indicam que a temperatura dentro do submarino após a série de explosões tenha atingido 8.000 graus célsius.

O submarino afundou em águas relativamente rasas a uma profundidade de 108 metros (354 pés), cerca de 135 km (85 milhas) de Severomorsk, na posição 69° 40′ N 37° 35′ E. Uma dessas explosões teria aberto grandes buracos no casco do submarino.

Nenhuma autoridade russa admitiu que 23 marinheiros haviam conseguido sobreviver por um período de dois dias após o acidente. Depois da explosão na câmara de mísseis, os tripulantes foram para o compartimento número nove do submarino, localizado na proa, e emitiram sinais de socorro por 48 horas.

As autoridades da Rússia só aceitaram a ajuda dos noruegueses e britânicos quatro dias depois do acidente. O fato mais constrangedor ao Governo Russo foi ver os homens-rãs ocidentais, com roupas especiais e descendo em “sinos” (equipamentos de resgate), realizar a operação de descida e abertura das escotilhas em menos de um dia. A justificativa da Marinha Russa era a necessidade de se preservarem os segredos militares do submarino nuclear. O governador da província de Kursk, Alexander Rutskoi, disse que o motivo pelo qual os russos não queriam ninguém no fundo do mar Barents era o teste de um novo tipo de míssil, que segundo informações ainda permanecia no mesmo.

Na segunda-feira, 21 de Agosto, às 07.45 da manhã, quatro mergulhadores noruegueses da empresa Stolt Comex Seaway conseguiram abrir a primeira escotilha do submarino. Os homens-rãs deparam-se com o cenário mais temido. “Todos os compartimentos estão inundados e nenhum membro da tripulação sobreviveu”, declarou o vice-almirante russo Mikhail Motsak.

A hipótese mais coerente é a de que no lançamento do torpedo a proa do submarino tenha explodido, atingindo ainda outros compartimentos da belonave. Segundo o jornal militar russo Krasnaia Zvezda, o Kursk estaria usando um novo tipo de combustível que é líquido, mais barato e de muito mais alta combustão. Há ainda uma hipótese, mais sinistra, de que o submarino estaria com mísseis nucleares supersônicos. Uma carta que explicava as causas do naufrágio do submarino Kursk foi encontrada no corpo de um tripulante e mantida em segredo pelas autoridades russas, disseram militares da Frota do Norte hoje citados pelo diário Izvestia.

De acordo com estas fontes, foram encontradas duas cartas a 25 de Outubro no cadáver do oficial da marinha Dmitri Kolesnikov, tendo apenas uma sido divulgada.

FONTE: Wikipédia, a enciclopédia livre

OS ÚLTIMOS MOMENTOS

Exercícios da Frota Russa do Mar do Norte.

Mar de Вarents, 12 de agosto de 2000. 11.29 Horas.

Uma forte explosão fez estremecer toda a forte estrutura, Gennady Lyachin, comandante do K-141 Kursk, olhava horrorizado para o painel de instrumentos.

- Ponte a sala de Torpedos! – gritava Lyachin – Ponte a sala de Torpedos.

Não existia resposta.

- Kolesnikov – Assuma o comando. – Fedyenca e Ermolai! Venham comigo - ordenou o comandante, abandonando a Ponte.

- Tеnho o comando – Afirmou o Capitão-Tenente Dmitri Kolesnikov.

Todo o painel de instrumentos tinha ficado danificado. O Kursk estava a descer perigosamente, estava a atingir o ponto de não retorno.

Uma segunda explosão aconteceu. 

- Os tanques de lastro rebentaram – Verificou Kolesnikov. 

O Kursk estava ferido de morte. Sem os tanques de lastro não podia subir. 

Uma terceira explosão foi fatal. Todo o painel de instrumentos voou em estilhaços, ferindo e matando vários membros da tripulação. Kolesnikov foi projectado contra uma parede, ficando ferido na perna direita.

- O Reactor – pensou, sentindo-se impotente para selar os compartimentos 5 e 5b.

Os alarmes tinham-se caladо. Existia uma escuгidão de morte. Ouvia-se o som da água a entrar, o cheiro do combustível queimado e o fumo que percorria toda a sala.

Kolesnikov ligou a lanterna e ficou horrorizado com o que viu...

Nunca se soube o que aconteceu, mas Dmitлi Kolesnikov deixou uma mensagem:

“Está escuro aqui a escrever, mas vou tentar pelo tato. Parece que não há chances, 10-20%. Vamos torcer para que pelo menos alguém leia isto. Aqui está a lista de pessoal de outras seções, que estão agora no nono e tentar sair. Cumprimentos a todos, sem necessidade de ficar desesperados.'

Capitão-Tenente Dmitri Kolesnikov”

______________________

ENG -  


HISTORY BASED ON VERIDIC FACTS.

The K141KURSK was a nuclear submarine of the Oscar-II Class, belonging to the Russian Navy that sank in the Barents Sea on 12 August 2000, with a crew of 118 men. It was named in honor of one of the greatest battles of World War II, the Battle of Kursk, in 1943.

It was one of the first vessels to be completed, shortly after the fall of the Soviet Union. Its main function would be to compose the Fleet of the North Sea, whose soothes is located in Severomorsk. Construction work began in 1990 in Severodvinsk, near Arkhangelsk, and was launched in December 1994.

It was 154m long, 18m wide, and equivalent to four floors in height (estimated weight of 18,000 tons), being considered the largest attack submarine ever built. It was considered indestructible by Russian sailors because of its size and technological resources.

According to information from the Norwegian seismology service, NORSAR Institution, there would have been two explosions detected at approximately coordinates 69 ° 38'N and 37 ° 19'E, during the morning of August 12, 2000. The first explosion was at 11 : 29: 34 (Moscow time) and had a magnitude of 1.5 on the Richter scale, followed by a second of 3.5 at 11:31:48, corresponding to about 100/250 kg of explosives (TNT) .

Similar data were recorded by seismic stations in Canada and Alaska. In addition, two US submarines (one of them - USS Memphis), who were accompanying the drills, recorded two underwater blasts at 11:38. A Russian submarine and heavy cruiser PETR Velikiy, who also accompanied the maneuvers, detected these explosions as well. The Russian Defense Ministry said the Russian submarine support also received the sound of a third explosion at 11:44. The US submarine claims to have detected a noise during the interval between the two explosions, which it recognized as exploding blow ballast tanks or increased propeller speed. The accident was only officially made public on August 14. The Incident with the submarine Kursk caused a huge reaction in the world, because being a submarine nuclear feared an accident similar to the one of Chernobyl. During the night of August 14, France, Germany, Britain, Israel, Italy, Norway, the United States of America and other countries offered their help. But as the submarine contained technology and military secrets, the Russians were reluctant to accept such aid.

Studies indicate that the crew of compartments 5 and 5B succeeded in sealing them shortly after the second explosion. These compartments were coated with lead (sarcophagus) and contained the atomic reactors, once sealed, could only be opened from the inside. This action was of fundamental importance avoiding that they exploded due to the high temperature that was being accumulated in the submarine. Investigations after the rescue indicate that the temperature inside the submarine after the series of explosions has reached 8,000 degree celsius.

The submarine sank in relatively shallow waters to a depth of 108 meters (354 feet), about 135 km (85 miles) from Severomorsk, at position 69 ° 40 'N 37 ° 35'E. One of these explosions would have opened large holes in the Submarine hull.

No Russian official admitted that 23 sailors had been able to survive for a period of two days after the accident. After the explosion in the missile chamber, the crew went to the submarine's number nine compartment, located at the bow, and issued distress signals for 48 hours.

The authorities of Russia only accepted the help of the Norwegians and British four days after the accident. The most embarrassing thing about the Russian government was to see the western frogmen in special clothes and go down the "bells" (rescue equipment), perform the descent and opening operations of the hatches in less than a day. The justification of the Russian Navy was the need to preserve the military secrets of the nuclear submarine. Kursk province governor Alexander Rutskoi said that the reason the Russians did not want anyone on the seabed was Barents test of a new type of missile, which was reported to remain the same.

On Monday 21 August, at 07.45 in the morning, four Norwegian divers from Stolt Comex Seaway were able to open the first submarine hatch. Frogmen face the most feared scenario. "All the compartments are flooded and no crew member has survived," said Russian Vice Admiral Mikhail Motsak.

The most consistent hypothesis is that at the launch of the torpedo the bow of the submarine has exploded, reaching other compartments of the ship. According to the Russian military newspaper Krasnaia Zvezda, the Kursk would be using a new type of fuel that is liquid, cheaper and of much higher combustion. There is also a more sinister hypothesis that the submarine would have supersonic nuclear missiles. A letter explaining the causes of the sinking of the Kursk submarine was found in the body of a crew member and kept secret by Russian authorities, Northern Fleet troops quoted by the daily Izvestia said.

According to these sources, two letters were found on 25 October in the corpse of naval officer Dmitri Kolesnikov, with only one being disclosed.

SOURCE: Wikipedia, the free encyclopedia

THE LAST MOMENTS

Exercises of the Russian North Sea Fleet.

Sea of Вarents, 12 August 2000. 11.29 Hours.

A loud explosion made the entire structure shake, Gennady Lyachin, commander of K-141 Kursk, stared in horror at the instrument panel.

- Get the Torpedo Room! Shouted Lyachin. "Bridge the Torpedo Room.

There was no answer.

- Kolesnikov - Take command. - Fedyenca and Ermolai! come with me, "the commander ordered, abandoning the bridge.

"I have the command," said Lieutenant Captain Dmitri Kolesnikov.

The entire instrument panel had been damaged. The Kursk was descending dangerously, it was reaching the point of no return.

A second explosion happened.

"The ballast tanks broke," Kolesnikov said.

The Kursk was mortally wounded. Without the ballast tanks I could not go up.

A third explosion was fatal. The entire dashboard flew in shrapnel, wounding and killing several crew members. Kolesnikov was thrown against a wall, wounding his right leg.

"The Reactor," he thought, feeling helpless to seal the compartments 5 and 5b.

The alarms had faded. There was a death row. There was the sound of the water coming in, the smell of burning fuel and the smoke that ran through the room.

Kolesnikov switched on the flashlight and was horrified by what he saw ...

You never knew what happened, but Dmitлi Kolesnikov left a message:

"It is dark here to write, but I will try for the touch. It seems like there are no chances, 10-20%. Let's hope that at least someone read this. Here is the personal list of other sections, which are now on the ninth and try to leave. Greetings to all, no need to be desperate. '

Captain Lieutenant Dmitri Kolesnikov "

 
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