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aguia2015: Infelizmente o que restou desta cache foi o cadeiado..o incendio levou tudo...agredeço todos os que a visitaram e fizeram com que fosse nomeada a segunda melhor do distrito de Setubal. Muitas mais devem ter ardido este ano. Obrigado a todos.

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A Coruja

A cache by aguia2015 Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 05/19/2016
Difficulty:
2.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:


A Coruja

Fontes: Wikipédia e outras páginas.

O termo coruja é a designação comum das aves Strigiformes, das famílias dos titonídeos e estrigídeos. Tratam-se de aves de rapina, tímidas, solitárias, discretas e de voo silencioso, devido à textura das suas penas. Na região do Amazonas, algumas espécies também são chamadas de murutucu. Tais aves possuem hábitos notívagos, alimentando-se de pequenos mamíferos (principalmente de roedores, como por ex.: os ratos e camundongos), insetos, como por ex.: gafanhotos, grilos, aranhas e outras aves, sendo os morcegos algumas delas. Engolem suas refeições por inteiro, para depois vomitarem o que não aproveitam, tais como penas, bolas de pelo e fragmentos de ossos. Apesar do aspecto parado, a coruja é um animal bastante esperto, que não facilita a vida dos predadores. Os filhotes de corujas podem ser vítimas de outros predadores, como o gavião, sendo este um dos seus predadores naturais, os outros são o gato do mato e as cobras.

A Coruja

Classificação Ciêntífica

Reino: Animalia

Filo: Cordado

Classe: Aves

Ordem: Strigiformes

Famílias: Strigidae e Tytonidae

Características

As corujas podem girar sua cabeça e pescoço em até 270º em qualquer direção e, apesar do tamanho do seus olhos, elas não conseguem mexer os seus globos oculares. Estas aves possuem olhos bem grandes, rodeados por um disco de penas, voltados para frente e, portanto, com visão binocular (como o ser humano). São animais com hipermetropia, ou seja, quase não enxergam perto (a poucos centímetros), mas, em distâncias maiores, sua visão é muito boa, principalmente com pouca luz. Quando surgem situações de perigo, sua cabeça gira até 180 graus e pode ser projetada para cima.

Suas orelhas não são visíveis, mas a sua capacidade de audição é bastante aguçada, ou seja, é muito especializada, melhor do que a das outras aves e algumas espécies possuem os ouvidos dispostos assimetricamente na cabeça, auxiliando na localização das fontes através do som; São capazes de caçar na escuridão, pois o formato do disco de penas ao redor dos olhos direciona o som de suas presas até os ouvidos. A sua plumagem é macia e densa, as rêmiges (penas de voo) são macias tornando possível um voo silencioso, geralmente possui cores escuras misturadas com branco e/ou amarelo. Há casos de corujas totalmente brancas como a coruja polar (pólo norte).

Já existiam corujas desde o Eoceno, os fósseis mais antigos são estimados de pelo menos 24 milhões de anos. Os representantes da família Tytonidae foram registrados a partir do Paleoceno-Oligoceno na região de Quercy, França, o que demonstra a radiação e diferenciação desse grupo antes das outras corujas, principalmente as Strigidae (Mourer-Chauvire 1987).

O símbolo da Deusa grega da sabedoria, Atena, é uma coruja do género Athene: o mocho-galego. Era também considerada o símbolo da filosofia e da sabedoria nas cultura grega, já em outras culturas esta ave era simbolo de ligação com o mundo espiritual.

Estas grandes caçadoras são encontradas em quase todo o mundo, menos na Antártica, na maior parte da Groenlândia e em algumas ilhas remotas. Existem quase 200 espécies diferentes de corujas dentro da família Strigidae, 21 das quais vivem no Brasil. É um animal que não transmite doenças aos humanos.

• Família Strigidae: Esta família é a mais numerosa dentro da Ordem Strigiformes, com representantes de tamanho variado, como o caburé-miudinho (Glaucidium minutissimum) com peso de 50 g até a imensa jacurutu (Bubo virginianus) com mais de 2 kg. O maior representante da ordem Strigiformes certamente é a bufo-pescadora-de-blakistoni (Bubo blakistoni), as fêmeas podem atingir 75 cm de comprimento e pesar até 4,5 kg. A caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum), descrita em 2002, foi recentemente declarada extinta (Pereira et al. 2014).

• Família Tytonidae: Esta família contém 19 espécies, sendo que no Brasil ocorre apenas uma: a suindara (Tyto furcata). São aves esbeltas e possuem um disco facial em forma de coração, ao contrário da outra família que possuem um disco facial redondo. Apesar de serem noturnas as suindaras podem caçar durante o dia.

Reprodução

Durante o período de reprodução, o macho oferece uma presa à fêmea, quando a presa é aceita ocorre o acasalamento.

A maioria das espécies fica em árvores. Mas algumas corujas fazem o ninho em áreas de relvas baixas, junto às árvores. Cavam no chão verticalmente e depois prosseguem horizontalmente até o ponto definido para colocar o ninho livre de predadores. O macho fica de sentinela na árvore, cuidando do ninho, principalmente durante o dia. O período da reprodução depende da espécie. A prole é de cerca de cinco ovos por gestação. A cada postura a fêmea põe de 3 a 5 ovos, o tempo de incubação é de aproximadamente 33 dias. Depois da eclosão, o macho cuida dos filhotes por dois meses até que estes aprendam a defender-se, os filhotes começam a voar, em média, em 75 dias. As espécies maiores de corujas vivem de 15 a 20 anos. Na presença de um possível invasor, os filhotes podem imitar sons de serpente (similar), fazendo o agressor desistir do ataque.

A outra vertente da Coruja

A Sabedoria da Coruja

A imagem da coruja sempre remete à noite. Por ser um animal que dá as caras no escuro, sua atenção e vigília constantes precisam ser capazes de ir além das trevas. É tão atenciosa como uma “mãe coruja”, a ponto de só piscar um olho – sim, corujas só piscam um dos olhos. Aliás, seus grandes olhos corroboram com a imagem da percepção apurada – a coruja veria o que os outros não veem, uma espécie de intuição capaz de ver além de todo fingimento e alcançar o “real”. Há até quem diga que o animal é portador do “terceiro olho’.

Muito por conta de ser aquela que conhece os segredos da noite, além de ser ela própria um segredo noturno, também simboliza a sabedoria, sendo muito associada ao conhecimento da filosofia. Outro aspecto relacionado ao espírito da coruja é como anunciador da mudança, mudança esta que comumente é vista como a morte literalmente, mas que pode ser metafórica, uma transição de vida mesmo.

A Coruja e a Bruxaria

Curiosamente, apesar de representar a sabedoria, portanto aquela que carrega as luzes do esclarecimento, por ser uma ave noturna e silenciosa a coruja é também relacionada ao oposto extremo: à obscuridade. Por isso as pessoas sentem medo, como de tudo mais que carrega consigo um ar de secreto, e para muitos encontrar uma coruja em seu caminho é sinal de mau agouro. É muito associada ainda à bruxaria e magia negra, e além disso há ainda os que dizem que o animal é dotado de poderes psíquicos, inclusive sendo representante do Anjo da Morte.

O poder místico da Coruja

A coruja é a ave soberana da noite. Para muitos povos ela significa mistério, inteligência, sabedoria e conhecimento. Ela tem a capacidade de enxergar através da escuridão, conseguindo ver o que os outros não veem. A coruja simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo. Na mitologia grega, Atena, a deusa da sabedoria e da guerra, tinha a coruja como símbolo. Atena ficou tão impressionada com a aparência da coruja, que a tomou como sua ave favorita. Ela é também escolhida como mascote dos escoteiros, cursos universitários de Filosofia, Pedagogia e Letras.

Havia uma tradição que dizia que quem come carne de coruja, adquire seus dons de previsão e clarividências, mostrando poderes divinatórios. Enquanto todos dormem a coruja fica acordada, com os olhos arregalados, vigilante e atenta aos barulhos da noite. Por isso, representa para muitas culturas uma poderosa e profunda conhecedora do oculto. A coruja tem a particularidade de conseguir girar o pescoço, quase atingindo um ângulo de 360º, para observar algo ao seu redor, permanecendo com o resto do corpo sem o menor movimento. O que amplia seu angulo de visão, muito superior ao do ser humano. Sua grande capacidade de visão e audição as torna exímias caçadoras.

Conta-se, que em uma língua nórdica antiga, ela era chamada de "Ugla", palavra que imita o som do seu canto, e que daria origem ao termo "Ugly", feio em inglês. É interessante que ao identificar um animal para símbolo disso ou daquilo, a cultura universal escolhe àqueles de aparência esquisitas. Como o sapo, símbolo da fartura e boa sorte, e a águia símbolo da transformação do ser humano. Conforme a história, diferentes civilizações adotaram estranhos animais para simbolizar a sabedoria. Como a tartaruga para os chineses e um peixe para os Celtas.

No esoterismo que envolve parte da simbologia da Coruja, encontramos uma sociedade secreta chamada Bohemian Club, fundada em 1872, em São Francisco, EUA, onde os membros se reúnem periodicamente. Anualmente, a sociedade convida para um grande encontro, homens poderosos da elite, e o encontro é realizado em um grande bosque chamado Bohemian Grove, onde há uma grande pedra em forma de coruja no centro. O termo "coruja", geralmente, também é usado para referir-se ao pai ou a mãe, que ressaltam com certo exagero, as qualidades dos filhos, mas também é estendido a outros familiares como tios, avós e outros.

A Coruja em outras Culturas

Entre os indígenas americanos a coruja e a águia são vistas como uma espécie de opostos, tanto que a coruja é chamada de “Águia da Noite”. Enquanto ela tem uma ligação forte com a noite e a lua, a águia por sua vez se liga ao sol. Já citamos a bruxaria, e a coruja é ligada à bruxaria também entre algumas tribos indígenas americanas, além de ser vista como companheira da bruxa na cultura europeia. Na tradição asteca em especial é associada também à morte, e entre os celtas há também essa relação, principalmente se ela entra pela janela de uma casa em que está um doente, sendo vista como o responsável pela passagem da alma para o mundo dos mortos.

Na mitologia grega a coruja também aparece com destaque, como representação de Atena, deusa da sabedoria e da guerra. Dentre os romanos uma pena de coruja colocada próxima ao travesseiro de alguém significava que este teria seus segredos revelados durante o sono. Ainda entre os de Roma, uma coruja piando sobre um edifício público anunciava a morte de uma importante pessoa da comunidade.

Enfim, o que é certo é que a rica mitologia que cerca esse animal misterioso e instigante, que é a coruja, dá margem a muitas interpretações.

A Coruja nas mais diferentes culturas

África do Sul: A coruja é a mascote do feiticeiro zulu. E no xamanismo é reverenciada por enxergar a totalidade.

Argélia: A crença diz que colocar o olho direito de uma coruja na mão de uma mulher dormindo, fará com que ela conte segredos.

Austrália: Os aborígenes acreditam que a coruja representa o espírito da mulher. O espírito do homem é representado pelo morcego.

Babilônia: Origem do mito de Lilith, onde amuletos de coruja protegiam as mulheres durante o parto. O mito foi citado pela primeira vez no épico Gilganesh, escrito em 2000 A.C. . Lilith era uma linda jovem com pés de coruja, que denunciavam sua vida notívaga. Ela era uma vampira da curiosidade, que dava aos homens o desejado leite dos sonhos.

Brasil: Matita Perê é uma velha vestida de preto, com os cabelos caídos pelo rosto. Diz a lenda, que ela tinha poderes sobrenaturais e preferia aparecer nas noites sem luar, sob a forma de uma coruja. Na tradição guarani, o espírito Nhamandu, o criador, manifestou-se na forma de coruja para criar a sabedoria. No dicionário, o adjetivo corujeiro é um elogio, e significa agradável e, o melhor, disposto a tudo. No folclore brasileiro, diz que para que os seus filhotes não fossem vítimas de predadores, ela avisava que seria fácil reconhecê-los, eles eram os "mais bonitos" da floresta. Daí o dito popular: "Toda a coruja gaba-se do seu toco", referindo-se ao ninho de seus horríveis filhotes. Assim como uma mãe elogia seus rebentos, mesmo sabendo que eles não têm nada de beleza.

China: A coruja está associada ao relâmpago. Usar imagens de coruja em casa protege contra os raios.

Estados Unidos: A tradição dos índios norte-americanos, diz que a coruja mora no Leste, lugar de iluminação. Assim como a humanidade teme a escuridão, a coruja enxerga o breu da noite. Onde os humanos se iludem, ela percebe com clareza, acreditavam os índios. Entre os índios americanos, a coruja tinha muito poder: Para os apaches, sonhar com ela significava a morte. Os dakotas viam a coruja como um espírito protetor. Os hopis tinham a coruja como guardiã do fogo.

França: A coruja é o símbolo de Dijon, cidade francesa. Há uma escultura de coruja na Catedral de Notre Dame, e quem passa a mão esquerda nela ganhar sabedoria e felicidade.

Grécia: Os gregos consideravam a noite o momento propício para o pensamento filosófico. Por sua característica noturna, era vista pelos gregos como símbolo da busca pelo conhecimento. Elas faziam seus ninhos na Acrópole, e os gregos achavam que sua visão noturna vinha de uma luz mágica. Ela era símbolo de Atenas, ao lado dos exércitos, na guerra. As antigas moedas gregas (dracmas) tinham uma coruja cunhada no verso.

Índia: Sua carne é considerada uma iguaria afrodisíaca. E também serve para curar dores reumáticas.

Inglaterra: A coruja branca servia para que os ingleses pudessem prever o tempo. Quando a ouviam guinchar, significava que iria esfriar, ou que uma tempestade, estava vindo. Os curandeiros curavam a bebedeira e a ressaca, com ovos de coruja crus. O costume britânico de pregar uma coruja na porta do celeiro para espantar o mal, durou até o século XIX.

Marrocos: O olho de uma coruja, preso em um cordão no pescoço, é um excelente talismã.

Peru: Cozido de coruja serve de remédio para quase tudo.

Roma Antiga: No Império romano, ela era tida como animal agourento. Ouvir o seu pio era presságio de morte iminente. As mortes de Júlio César, Augusto, Aurélio e Agripa, foram anunciadas por uma coruja.

Para descobrir o código do cadeado, tem que responder a um pequeno questionário.

  1. Quantas espécies de corujas existem no mundo?
  2. O que conseguem fazer as corujas quando se encontram em situações de perigo?
  3. A quantos graus pode, a coruja, girar a cabeça?
Quadro

Para obter o código do cadeado basta retirar de A, B e C um digito, com esses digitos forma-se um número bastante conhecido em todo o mundo. Qual é o número??

NOTA: Alguma dúvida enviem mensagem para o 935130954

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