Lançado em meados de 4 de abril de 1972, inicialmente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, encontram-se orelhões instalados por todo o Brasil, em países da América Latina, como Peru, Colômbia e Paraguai, em país e africanos com o Angola e Moçambique
Na china em outras partes do mundo, o telefone público, o popular orelhão, é uma importante ferramenta no processo de expansão da telefonia fixa e de acesso à informação, por possibilitar o acesso de qualquer pessoa, independentemente de sua localização e condição socioeconômica às comunicações. Hoje, os telefones públicos estão presentes inclusive em localidades onde ainda não há disponibilidade de linhas residenciais.
A nova cabine, que seria rapidamente incorporada às paisagens brasileiras, embora tecnicamente chamada pela CTB de Chu II e mais tarde imortalizada como Orelhão, ganhou uma série de apelidos curiosos, além desse. “Tulipa” e “Capacete de astronauta” eram alguns deles. A imprensa adotou “Tulipa”, que fazia referência ao formato do conjunto de 2 ou 3 aparelhos presos ao solo por um tubo de ferro por onde corriam os fios, semelhante à flor.
Portando as cores da CTB, o laranja e o azul, as “Tulipas” eram dotadas de aparelhos telefônicos vermelhos produzidos na cidade japonesa de Osaka, e popularmente chamados de “vermelhinhos” ou “tamurinhas”. Para ambientes fechados, como estabelecimentos comerciais e repartições públicas, Chu Ming desenvolveu o Chu I ou “Orelhinha”, antes ainda do Orelhão, de dimensões menores, Feito em acrílico laranja. Podia ser instalado diretamente numa parede ou adaptado a diferentes suportes, a uma altura definida a partir do que seria a média dos homens brasileiros.Os primeiros foram instalados a título de teste, em meados de 71, no saguão do edifício sede da CBT, na Rua 7 de Abril, região central de São Paulo. fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Orelh%C3%A3o Hoje fazem e recebe ligações de para e qualquer localidade. E também executam ligações a cobrar no destino da sua chamada. Se quiser saber mais sobre o projeto e a história que deu origem ao Orelhão e também a crônica que Carlos Drummond de Andrade escreveu sobre o surgimento dos telefones públicos com cabine em forma de Orelhão, leia em: http://www.orelhao.arq.br/ Com a privatização da companhia telefônica e a massificação do uso da telefonia celular, a atual concessionária está retirando os "orelhões das ruas de várias cidades.
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