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Monumental IV [Thomar]

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Hidden : 07/09/2018
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


Monumental IV [Thomar]

Pinheiro

 

Devido ao clima propício, existem em Portugal árvores que se distinguem doutras das suas espécies pelo porte, desenho, idade, raridade, interesse histórico ou paisagístico e são estas árvores que o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas considera como “Monumentais”, classificando-as de Interesse Público.

Estas árvores apresentam um valor patrimonial elevado, tendo algumas delas ligação directa com a nossa história e cultura. Trata-se de exemplares que se encontram isolados ou em conjunto, localizados muitas vezes em jardins públicos, no meio urbano e em diversos locais emblemáticos, tais como igrejas, ermidas e fontes, entre outros.

Tendo em conta o elevado número de árvores classificadas, que serão objecto de informação através de um meio de divulgação específico, apenas se ilustram aqui alguns dos exemplares mais notáveis de árvores que existem no nosso País, tais como exemplares que se destacam.

Pinheiro é o nome comum das árvores pertencentes à divisão Pinophyta, tradicionalmente incluída no grupo das gimnospérmicas, do género Pinus e da família Pinaceae.

Os pinheiros se desenvolvem bem em solo ácido e alguns também em solo calcário; a grande maioria requer um solo bem drenado ou seja prefere solos mais arenosos, mas uns poucos, como por exemplo o Lodgepole Pine (Pinus contorta) são tolerantes à reduzida drenagem e a encharcamento do solo. Alguns poucos estão aptos a rebrotarem após incêndios florestais, como por exemplo o pinheiro-das-canárias (Pinus canariensis), e outros, como por exemplo o Pinus muricata, necessitam do fogo para regenerar e suas populações, que declinam vagarosamente em regime de supressão de incêndios. Várias espécies estão adaptadas às condições climáticas extremas impostas pelas elevadas latitudes, por exemplo o pinheiro-anão-siberiano, o pinheiro-da-montanha, ou o pinheiro-de-casca-branca.

 

Pinheira da Quinta do Vale da Nora

Entre as alusões mais antigas relativas à existência de pinhais em terras Tomarenses, encontram-se referências preciosas, que remetem ao século XIII, à carta régia do Rei D. Dinis, de 2 de Janeiro de 1315, na qual se declara que o Rei Lavrador mandou semear o Pinhal de Santa Cita.

Dada a implantação de culturas de pinheiros, desde há muitos séculos no Concelho de Tomar é natural que existam pinheiros antigos, dispersos ou agrupados em diferentes lugares. A existência de pinhais no Concelho de Tomar esteve associado à produção de madeira de pinho para diversa construção, extracção de resina, para a indústria das celuloses ou menos frequente para a produção de pinhas e pinhões. Estas razões estão comummente associadas a vantagens económicas, que não privilegiam a preservação das árvores mais antigas. A pinheira da Quinta do vale da Nora é uma árvore soberba, caracterizada pelo tronco robusto e altivo, estendido por pernadas admiráveis, ampliadas pela estrutura superior elevada da árvore, que atinge 27 metros de altura. Este belíssimo exemplar guarda narrativas curiosas, como a lenda da existência de um tesouro enterrado junto às suas raízes, ou a memória dos habitantes antigos de Juncais, que nas deslocações ao centro da Cidade, tinham o costume de guardar os sapatos junto ao tronco da árvore, a fim de preservarem o calçado.

Nome científico: pinus pinea

Nome comum: pinheiro-manso; pinheira

Perímetro do tronco a 1,30m do solo; 4,15m

Diâmetro da copa; 21,48m

Altura total; 26,76m

 




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Additional Hints (Decrypt)

ab ohenpb

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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