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Alminhas de Parada de Cunhos (Projeto GEOARPAD) Traditional Geocache

Hidden : 03/27/2019
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:




Desde o século IX, com a descoberta do túmulo do Apóstolo Santiago, muitos são os Peregrinos que se sentem impelidos a percorrer os Caminhos de Santiago, espalhados por toda a Europa, com especial incidência na Península Ibérica.

Ainda que a tradição da Peregrinação remonte ao século IX, o Caminho de Santiago atingiu o máximo esplendor nos séculos XI e XII, tendo sofrido um período de estagnação na Idade Média, e após a Contra Reforma; no início do século XVII, por Portugal, retomou o período de esplendor. Desde o século XIX, o Caminho de Santiago tem recuperado grande protagonismo, tendo sido classificado como Primeiro Itinerário Cultural Europeu, em 1987, e Património da Humanidade, em 1993 (Espanha) e em 1998 (França), além de outras atribuições significativas. Na última década, o Caminho de Santiago ganhou um grande impulso, fruto do trabalho das autoridades espanholas e também de particulares que promovem o Caminho e tudo aquilo que pode ser oferecido ao Peregrino, como por exemplo os albergues, áreas de restauração, património cultural e natural, entre outras valências.

Em Portugal, a rede de Caminhos de Santiago é relativamente vasta, destacando-se duas principais vias: a do litoral e a do interior. No primeiro caso, o Caminho encontra-se devidamente sinalizado, desde 2006, de Lisboa a Santiago de Compostela, que entra em Espanha por Tui; no segundo caso, o Caminho encontra-se sinalizado e divulgado desde 2012.
O Caminho Português Interior de Santiago liga Viseu a Chaves, atravessando o território dos Municípios de Viseu, Castro Daire, Lamego, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar e Chaves, sendo que neste último Município o trilho cruza a fronteira, ligando à Via da Prata (percurso que se inicia em Sevilha), em direção a Santiago de Compostela.

Pelo Caminho Português Interior, o Peregrino percorre cerca de 385 km entre Viseu e Santiago de Compostela, dos quais 205 km em solo português, designadamente pelos Municípios de Viseu (35,5 km), Castro Daire (36,6 km), Lamego (28,8 km), Peso da Régua (3,7 km), Santa Marta de Penaguião (15,3 km), Vila Real (22,9 km), Vila Pouca de Aguiar (24,8 km) e Chaves (38,2 km).
O percurso delineado aproxima-se do traçado original e privilegia a segurança e o conforto dos Peregrinos. Setas amarelas indicam o caminho e 10 albergues oferecem alojamento. Este caminho valoriza o contacto com as populações locais e com o património envolvente, tais como igrejas, alminhas, pontes e vias ancestrais, entre outros elementos identitários.
Compete a cada um de nós salvaguardar a sinalização e estruturas de apoio, por forma a garantir que todos os Peregrinos e Caminhantes possam usufruir de agradáveis trilhos, no nosso território e no espanhol.




Alminhas

“Portugal é o único país do mundo que possui no seu património cultural, localizadas habitualmente à beira de caminhos rurais e em encruzilhadas, as alminhas, representações populares das almas do Purgatório que suplicam rezas e esmolas e que frequentemente surgem em pequenas capelinhas, padrões, nichos independentes ou incrustados em muros ou nos cantos de igrejas, painéis de azulejo ou noutras estruturas independentes.
Mas uma grande parte deste património representativo da religiosidade popular portuguesa está a degradar-se crescentemente, rodeada por silvas, alvo de atos de vandalismo avulso e reflexo direto e generalizado da pressa da vida atual, do abandono das zonas rurais do país e da indiferença que predomina nas autarquias em relação aos pequenos monumentos saídos da imaginação e da devoção do povo.”

Religiosidade Popular

Há muitas alminhas em todo o país, mas sobretudo no Norte, e alguns municípios têm seguramente centenas de alminhas com alguma relevância dispersas pelo seu território. As pessoas já não param para acender uma vela ou para fazer uma oração. Agora está tudo muito diferente comparando com o século XIX quando ainda se construíam muitas alminhas. Era comum a quem passasse junto às alminhas, parar, curvar-se e tirar o barrete [ou chapéu] em respeito, pôr flores, acender uma vela ou lamparina de azeite, fazer o sinal da cruz e rezar o Pai Nosso e Ave-Maria, correspondente à sigla P.N.A.M., existente como "relembratório" junto a muitos nichos e capelinhas que apelam às rezas cristãs.

Esta geocache foi colocada no âmbito do projeto GEOARPAD em 2019 em parceria com os alunos da licenciatura em Turismo da UTAD para valorizar e divulgar o património cultural na zona da cidade de Vila Real em combinação com o geocaching.

Timon i Pumba Team e Veronika em parceria com:
Ana Ferreira, Cláudia Barbosa e João Oliveira


Additional Hints (Decrypt)

Cnen n pnpur rapbagene, ceókvzb qr hzn qnf Eryinf graf qr cebphene!
Yrirz nytb cnen rfperire r qvivegnz-fr

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)