Skip to content

Espindo #10 (circuito) Moinhos de Espindo Traditional Cache

Hidden : 09/15/2019
Difficulty:
2.5 out of 5
Terrain:
2.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:


Moinhos de Espindo

 

Os moinhos de rodízio horizontal, movimentados pela força da água aduzida por caleira e cubo, marginando as inúmeras linhas de água que recortam os vales e encostas minhotos, são uma das mais características expressões arquitectónicas do Entre Douro e Minho.

Documentados já nos séculos anteriores à formação do reino de Portugal, os moinhos de água são pequenos edifícios de planta rectangular e cobertura telhada de duas águas, frequentemente construídos com rude aparelho granítico, possuindo geralmente uma só moenda, sendo raras instalações com duas moendas. Proliferaram a partir dos séculos XVII-XVIII, com a difusão do cultivo do milho maís ou milho grosso, o cereal que passou a constituir a principal produção agrícola.

Os moinhos inventariados em Vieira do Minho inscrevem-se quase na sua totalidade no tipo de 'moinho de rodízio horizontal com penas, de propulsão inferior', aduzindo-se a água através de levadas e caleiras mais ou menos estruturadas, por vezes recolhendo a água a várias centenas de metros ou mesmo quilómetros. Junto ao moinho a água adquire 'peso' e velocidade precipitando-se por uma caleira em rampa ou num cubo (espécie de pequeno poço) vertical e embate nas penas do rodízio, localizado na 'cave' do edifício. O rodízio roda fixo a um eixo vertical, que por sua vez faz movimentar a mó superior (movente), que tritura o grão esmagando-o contra a mó inferior, fixa (dormente ou pouso). As mós são circulares, com cerca de 1 m de diâmetro, em granito.

No conjunto dos moinhos inventariados destacam-se os do rio Ave, os moinhos de Cantelães, os moinhos de Botica e os de Espindo.

("Património Arqueológico e Arquitectónico de Vieira do Minho", Luis Fontes e Ana Roriz)

 

 

O Buraco da Gôla

Numa fraga da Ribeira de Chedas (parte baixa da Ribeira de Tôco), mora um dos mitos mais antigos da aldeia: o Buraco da Gôla. Segundo contam os antigos, este poço não tem fundo. Há relatos de experiências feitas com cordas de gado presas em cadeia (cada corda chega a ter algumas dezenas de metros!), às quais eram atados pesos para as fazer baixar, chegando sempre à mesma à conclusão:  por mais cordas que prendessem nunca se conseguia atingir o seu fundo!

Em tempos, havia quem especulasse que o poço era um género de passagem para o outro mundo. Outros simplemente defendiam que o poço desaguava no Cávado (rio que fica ainda alguns quilómetros de distância!) ou apenas no mar. Estas eram algumas das teorias deste mistério que perdura até aos dias de hoje.

(http://espindo.weebly.com/)

 

Cache: encontra-se na zona dos moinhos. A cache não se encontra em nenhum muro ou parede, não remova nenhuma pedra.

Atenção: alguns dos moinhos encontram-se em ruínas, proceda com precaução. O terreno pode ser escorregadio em tempo de chuva. Cuidado sobretudo na zona do "Buraco da Gôla" (não se aproxime com crianças ou com piso escorregadio!)

 

Cache: It's in the area of ​​the water mills. The cache is not in any wall, do not remove any stones from the walls.

Attention: some of the mills are in ruins, proceed with caution. The terrain can be slippery in rainy weather. Be especially careful in the "Buraco da Gôla" area (and do not approach it with children or when slippery!)

 

Additional Hints (Decrypt)

Ire fcbvyre. Pnzhsynqb... NGG: N pnpur aãb fr rapbagen rz arauhz zheb bh cnerqr, aãb erzbin arauhzn crqen. Frr fcbvyre. Pnzbhsyntrq... NGG: Gur pnpur vf abg va nal jnyy, cyrnfr qb abg erzbir nal fgbarf sebz gur jnyyf.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)