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Castelo da Sertã

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Hidden : 06/14/2021
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:


A mais antiga referência bibliográfica ao castelo é de Miguel Leitão de Andrada, em 1629, na forma de uma lenda muito adulterada. É facto que as escavações arqueológicas realizadas no final do século XX, não identificaram vestígios de romanos ou de lusitanos.
Além dessa, não existe informação adicional acerca da primitiva fortificação, que se acredita remonte ao século X.
No contexto das lutas pela Reconquista cristã da Península Ibérica, o conde D. Henrique de Borgonha (1095-1112), teria determinado o repovoamento do local bem como a reedificação de seu castelo.
Estes domínios pertenceram à Ordem do Templo e, com a sua extinção em Portugal, passaram à Ordem do Hospital. Sob o reinado de D. Afonso V (1438-1481), a povoação recebeu Carta de Foral (1455), confirmado em 1513 por D. Manuel I (1495-1521). Algumas décadas mais tarde, em meados do século XVI, foi Alcaide-mor da Sertã, Vicente Caldeira.
O castelo encontra-se referenciado na publicação inglesa "Handbook for Travellers in Portugal" ("Manual para Viajantes em Portugal"), em 1850, como "extremely picturesque" ("extremamente pitoresco").




A litosfera, a camada superficial e sólida da Terra, é composta por rochas, que, por sua vez, são formadas pela união natural entre os diferentes minerais. Assim, em razão do caráter dinâmico da superfície, através de processos como o tectonismo, o intemperismo, a erosão e muitos outros, existe uma infinidade de tipos de rochas.

Dessa forma, foram elaborados vários tipos de classificação das rochas. A forma mais conhecida concebe-as a partir de sua origem, isto é, a partir do processo que resultou na formação dos seus diferentes tipos.

Nessa divisão, existem três tipos principais: as rochas ígneas ou magmáticas, as rochas metamórficas e as rochas sedimentares.

1) Rochas ígneas ou magmáticas: são aquelas que se originam a partir da solidificação do magma ou da lava vulcânica. Elas costumam apresentar uma maior resistência e subtipos geologicamente recentes e de formações antigas. Exemplos: basalto e granito.

A palavra “granito” vem do latim “granum”, que significa grão. A textura única e granular do granito é formada por cristais interligados que se formam quando rocha derretida se resfria sob a superfície da terra, se solidificando individualmente como quartzo e feldspato, junto com mica e pequenas quantidades de outros minerais. O tamanho dos cristais depende do tempo que leva para a rocha esfriar. A cor do granito depende principalmente do tipo de feldspato que ele contém. Alguns são brancos, mas certas variedades têm um amplo leque de cores, entre verdes, vermelhos e amarelos claros, dependendo do grau de impureza e traços de outros elementos.

2) Rochas metamórficas: são as rochas que surgem a partir de outros tipos de rochas previamente existentes (rochas-mãe) sem que essas se decomponham durante o processo, que é chamado de metamorfismo. Quando a rocha original é transportada para outro ponto da litosfera que apresenta temperatura e pressão diferentes do seu local de origem, ela altera as suas propriedades mineralógicas, transformando-se em rochas metamórficas. Exemplos: mármore e xisto.

Xisto é o nome genérico de vários tipos de rochas metamórficas facilmente identificáveis por serem fortemente laminadas. Em linguagem popular, em Portugal é também conhecida por "lousa" (e, por extensão, designa-se como "terra lousinha" aos solos com base xistosa).
A argila metamorfizada, devido ao aumento de pressão e temperatura (metamorfismo), torna-se primeiro um xisto argiloso (folhelho), e em seguida, ao continuar o metamorfismo, passa a ardósia, que depois vira filito e finalmente passa a xisto. Ou seja, a sequência de formação é: argila - folhelho (xisto argiloso) - ardósia - xisto - gnaisse.
Tal como a maioria das rochas metamórficas, o xisto apresenta aspecto nitidamente cristalino, e devido às fortíssimas pressões a que a rocha é sujeita tem foliação nítida.
Foliação é a orientação preferencial de minerais no meio rochoso que se manifesta pela facilidade dessas rochas se fracturarem segundo planos mais ou menos paralelos.

3) Rochas sedimentares: são rochas que se originam a partir do acúmulo de sedimentos, que são partículas de rochas. Uma rocha preexistente sofre com as ações dos agentes externos ou exógenos de transformação do relevo, desgastando-se e segmentando-se em inúmeras partículas (meteorização); em seguida, esse material (pó, argila, etc.) é transportado pela água e pelos ventos para outras áreas, onde se acumulam e, a uma certa pressão, unem-se e solidificam-se novamente (diagênese), formando novas rochas.
Esse tipo de constituição rochosa, em certos casos, favorece a preservação de fósseis, que, por esse motivo, só podem ser encontrados em rochas sedimentares. Além disso, nas chamadas bacias sedimentares, é possível a existência de petróleo, recurso mineral muito importante para a sociedade contemporânea. Exemplo: calcário.
adaptado de https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/tipos-rochas.htm



No GZ observa a torre do castelo e o campanário que se encontra junto ao telhado, no cimo das escadas.
1 - com base no que está escrito nesta página , identifica a rocha (nome e tipo) predominante na construção da torre e das ameias do castelo.
2 - qual a cor dominante?
3 - o campanário foi construído com a mesma rocha da torre?
4 - se não, que rocha (nome e tipo) é?
5 - consegues identificar a "foliação" na rocha usada na construção da torre e ameias? Em caso afirmativo, as camadas têm entre si espessuras variadas ou equivalentes?
6 - regista o momento com uma foto tua ou do teu "nick" onde seja visível a entrada do castelo (portão metálico) mas que não denuncie as respostas.

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