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Ponte Romana da Dorna

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Hidden : 06/10/2021
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


 

 

 

A Ponte da Dorna

Ponte de Dorna ou Ponte da Dorna, classificada como IIP - Imóvel de Interesse Público, situa-se sobre o ribeiro com o mesmo nome, na (agora) União das freguesias de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro, concelho de Melgaço.

 

 

Ponte de provável construção oitocentista, de tipo arco, com tabuleiro em cavalete disposto sobre um arco, de volta perfeita, com acesso em curva por rampas desiguais.

Considerada da época romana com uma fase medieval (RODRIGUES, 1985, p. 18) ou apenas romana (RIBEIRO, 1998, p. 171), a verdade é que não existia em 1758, conforme depreendemos pelas Memórias Paroquiais da freguesia, que referem outras pontes da região, quer em cantaria, quer em madeira, como a ponte Pedrinha, a do Rodeiro, a do lugar da Assureira, a da Barziela, a Ponte das Veigas, a de São Brás, ou até mesmo a de "pau", no sítio do Porto de Campelo, devendo, portanto, ser já de feitura moderna e integrando-se na rede de comunicações vicinais de Castro Laboreiro.

Apesar da impossibilidade de integração definitiva num período cronológico-estilístico, é notório o facto de apresentar características mistas, típicas das pontes romanas, como o acesso por duas curvas, e das pontes medievais, como o tabuleiro em cavalete, de dupla rampa pouco acentuada, as aduelas do arco pouco cuidadas e o aparelho irregular.

 

Enquadramento:

Rural, isolado, integrado no Parque Natural da Peneda-Gerês. Ergue-se nos limites da "inverneira" de Dorna, sobre o ribeiro do mesmo nome, junto à estrada de ligação entre Castro Laboreiro e Ribeiro de Baixo e Eiras, do lado nascente do cruzamento para a casa-abrigo de Dorna. Encontra-se meio encoberto pela vegetação arbustiva, composta de vidoeiros e robles, possuindo nas imediações saibreiras ladeando o estradão aí aberto recentemente.

 

Observações:

Na época romana, a zona era atravessada por uma estrada que ligava a Portela do Homem à Terra-Chã, Mareco e Castro Laboreiro.

(Fonte: monumentos.gov.pt)

 

 

Informações complementares:

A ponte da Dorna é um dos mais claros exemplos de como algumas destas estruturas de passagem são estilisticamente incaracterísticas, a ponto de não se poder afirmar peremptoriamente qual a sua época de construção. Em muitos casos, o utilitarismo da estrutura e a modéstia de meios levou a que os construtores executassem projectos pouco mais que sumários, resumindo-se a edificação a um arco pouco pronunciado e a um tabuleiro superior, não existindo talhamares, guardas laterais ou outros elementos que pudessem ajudar a uma mais objectiva classificação cronológico-estilística.

É desta forma que alguns dos autores que mais se debruçaram sobre as pontes antigas do Alto Minho publicaram opiniões diametralmente opostas em relação à datação a atribuir à obra: romana com uma fase medieval (RODRIGUES, 1985, p.18) ou apenas romana (RIBEIRO, 1998, p.171).

À semelhança do que aconteceu com muitas outras pontes históricas da região de Castro Laboreiro (Assureira, Cava da Velha ou Varziela), também esta terá sido inicialmente construída na época romana, sucedendo-lhe uma intervenção de consolidação estrutural na Baixa Idade Média. A esta conclusão nos levam alguns indícios, ainda que não possam ser tomados como definitivos, pelo menos sem que exista um mais rigoroso estudo do local, das fundações e do aparelho da ponte.

No período romano, a zona era atravessada por uma estrada que ligava a Portela do Homem à "Terra-Chã, Mareco e Castro Laboreiro" (RODRIGUES, 1985, p.19), via que cruzaria a Ribeira da Dorna neste ponto. A hipótese de, na origem, a ponte ter sido romana é ainda reforçada pelo acesso através de duas curvas, enquadramento típico do período de domínio romano.

No entanto, algumas características construtivas parecem ser medievais, como o tabuleiro em cavalete de dupla rampa pouco acentuada, as aduelas relativamente pouco cuidadas do arco (largas, mas desprovidas de almofadado), o aparelho irregular do enchimento e o lajeado com algumas lacunas (apesar de formado por pedras de apreciáveis dimensões). Também a largura do tabuleiro se relaciona melhor com o que conhecemos da pontística medieval, com cerca 2,80m, suficiente para a passagem de carros de tracção animal.

Com pouco mais de 3,50m de comprimento e uma altura de 2,50m, a ponte da Dorna necessita de um estudo aprofundado, prévio a qualquer intervenção de consolidação e de valorização. O local relativamente afastado em que se encontra, e o esquecimento a que tem vindo a ser votada, levaram à sua acentuada degradação e à profusão de espécies arbóreas nas suas imediações e junto às fundações, que constantemente ameaçam a estabilidade do arco. Superiormente, o lajeado tem sido constantemente afectado pela erosão, e as guardas laterais (se as teve) já ruíram. É, em todo o caso, um dos mais interessantes casos conservados, precisamente pelo seu carácter utilitário ao longo de séculos, em detrimento de eventuais rasgos de monumentalidade.

(Fonte: patrimoniocultural.gov.pt)

 

 

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A cache:

O recipiente é de tamanho pequeno.

Contem apenas logbook e stashnote; Levem material de escrita.

Coloquem a cache no mesmo local. Mantenham-na na posição correcta para prolongar a sua longevidade. Sejam discretos.

Opcional: Tirem fotos do local e publiquem juntamente com o vosso log.
E, principalmente, divirtam-se!

 

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Façam CITO, se necessário.
Mas, principalmente, nunca deixe marcas da sua presença, que possam prejudicar o meio ambiente!

 

 

Pratique geocaching de forma responsável e consciente, respeitando as normas básicas de segurança. Faça-o por sua conta e risco!

 

Obrigado pela vossa visita!

e-mail: geo.amigosdanatureza@gmail.com

Additional Hints (Decrypt)

Rfpbaqvqb cryb iryub, cebgrtvqb crybf abibf, gncnqb cbe ivmvaubf.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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