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Forte de Santa Catarina - Virtual Reward 3.0 Virtual Cache

Hidden : 08/07/2022
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size:   virtual (virtual)

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Geocache Description:


O Forte de Santa Catarina, igualmente conhecido como Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar ou Miradouro de Santa Catarina, é um monumento militar situado na Praia da Rocha, perto da cidade de Portimão, na região do Algarve, em Portugal. Foi construído em 1633, durante o domínio filipino, encontrando-se atualmente classificado como imóvel de Interesse Público.

A fortaleza está situada na ponta este da Praia da Rocha, junto à foz do Rio Arade, no local considerado mais adequado para defender a barra daquele rio, protegendo desta forma as povoações da, à data, Vila Nova de Portimão e Silves dos corsários e de outros inimigos. Funcionava em conjunto com o Forte de São João do Arade, situado na outra margem do rio, em Ferragudo. Devido à sua localização, permite observar um vasto panorama, incluindo a bacia do Rio Arade, e a cidade de Portimão e a sua marina. Tem acesso pelo Largo da Fortaleza e pela Avenida Tomás Cabreira.

É considerada como o principal ex-libris da Praia da Rocha, e um dos símbolos da cidade de Portimão e da sua ligação aos descobrimentos, sendo um dos monumentos mais visitados no concelho.

O forte foi classificado como imóvel de interesse público pelo Decreto n.º 129/77, publicado no Diário da República n.º 226, Série I, de 29 de setembro de 1977.

O edifício foi quase totalmente modificado ao longo da sua história, principalmente no seu interior. A fachada principal, que foi o único elemento que se conservou original desde o Século XVII, é composta por três baluartes simétricos, sendo o do meio recuado em relação aos laterais.

A entrada, virada para terra, contém pilastras de grande espessura e um lintel de pedras almofadadas, o que lhe dá uma aparência monumental em relação ao resto da fachada, de forma horizontal e de altura relativamente reduzida. Os planos originais incluíam um fosso e uma ponte levadiça, dos quais não restam quaisquer vestígios. Os compartimentos no interior são de planta rectangular e de um só piso, cujas portas e janelas têm molduras de formato rectilíneo. São rematados por telhados de quatro águas, onde estão as chaminés das cozinhas.

O miradouro foi instalado no local onde originalmente se encontravam as baterias, no canto sudeste do edifício, viradas para o oceano, tendo a cortina de muralhas sido furada para uma escadaria até à praia. A área do miradouro está separada do pátio interior da fortaleza por um muro, aberto em sete arcos.

História

Construção

Entre 1617 e 1621, o engenheiro militar italiano Alexandre Massai viajou pelo Algarve, no sentido de estudar e planear a instalação de várias fortificações costeiras, tendo em 1621 estado na zona da foz do Rio Arade. Apesar do Arade ser considerado, na altura, como o curso de água mais importante na região Sul de Portugal, estava mal protegido pelos castelos de Portimão e Castelo de São João do Arade, que não tinham capacidade para lidar de forma activa contra ataques de piratas, corsários e frotas de invasão.

Assim, nesse mesmo ano começou a ser planeada a construção de uma nova fortaleza, por ordem do Governador do Algarve, D. João de Castro, de forma a defender a barra do Rio Arade. Deveria ser construída na Ponta da Praia da Rocha, igualmente conhecida como Ponta de Santa Catarina, devido à presença de uma ermida dedicada a Santa Catarina de Alexandria.

A fortaleza é considerada um dos melhores exemplos da intervenção de Alexandre Massai, cujos estudos para esta e outras estruturas defensivas costeiras no Algarve foram recolhidos na sua obra Descripção do Reino do Algarve, publicada em 1621.

Os trabalhos começaram em 1629 e terminaram em 1633, tendo a construção sido relativamente rápida. O edifício foi finalizado sob a orientação do novo Governador, Luís de Sousa, que utilizou as rendas da fazenda pública e do donatário de Vila Nova de Portimão, Gregório Taumaturgo de Castelo Branco. Foi uma das últimas estruturas militares a serem construídas na região do Algarve durante a Dinastia Filipina.

A ermida foi integrada no forte, tendo sobrevivido alguns vestígios originais do antigo edifício, destacando-se o portal, no estilo gótico. Alguns autores indicaram uma data diferente para a construção do forte, durante o século XVI, no reinado de D. Sebastião.

Séculos XVIII e XIX

O imóvel foi muito danificado pelo Sismo de 1755, mas não totalmente destruído, devido à sua situação, no alto das arribas. Ainda assim, abriram-se grandes fendas nas muralhas, e foram parcialmente destruídos os muros lateriais, e os antigos edifícios da ermida e da Casa do Capitão. Os trabalhos de restauro foram iniciados pelo governador e capitão-geral do Algarve, Conde de Vale de Reis, tendo nessa altura sido modificado o formato da fortaleza. Da estrutura original do século XVII, sobreviveu apenas a fachada principal. Desde o século XVIII até ao XIX o forte serviu apenas como um posto de vigia da costa, uma vez que a sua função tinha-se tornado obsoleta, devido aos avanços tecnológicos da marinha.

Séculos XX e XXI

O forte continuou a ser alvo de obras de restauro e remodelação no século XX, principalmente no âmbito da expansão da indústria do turismo no Algarve.

Um Despacho de 23 de julho de 1946 aprovou a transferência do forte para a Comissão Municipal de Turismo de Portimão, que era utilizado nessa altura como posto da Guarda Fiscal e como residência das famílias dos praças que aí serviam.

Durante o século XX, também foi ocupado pela Polícia Marítima e pela capitania do porto de Portimão.

Em 1960, foram feitas obras no sentido de o converter num local de interesse turístico, tendo sido criado um miradouro virado para a foz do Rio Arade, na antiga localização das batarias, e instalados um quiosque, um bar, um restaurante e um café.

Também nesta altura foram reforçados os rochedos onde se situa o forte, permitindo a expansão do miradouro. Esta obra incluiu a instalação de placas de betão armado no interior do baluarte poente, e de rampas de e anexos construídos na escarpa, para facilitar os acessos à praia. Esta intervenção veio melhorar a zona marginal da Praia da Rocha, que então já se tinha assumido como uma importante estância balnear.

Em 1969, o monumento foi danificado por um sismo, tendo sido reparado ainda nesse ano, com obras nos panos da muralha, reparações de fendas e reconstrução dos rebocos, arranjo dos telhados, e pintura das portas e caixilhos. Também foram instalados blocos de betão armado em lintéis, cintas de travação e pilares, de forma a reforçar a estrutura da fortaleza.

Na década seguinte foram construídas instalações sanitárias e uma nova esplanada no piso inferior da fortaleza, e restaurados os antigos aposentos da capitania. Durante este período, o areal da Praia da Rocha também conheceu um aumento progressivo devido ao assoreamento do Rio Arade, fazendo com que a estrutura pudesse ser utilizada como apoio à praia, com a instalação de um restaurante e esplanada.

Em julho de 2019, o Forte de Santa Catarina ainda fazia parte do programa Revive, com vista à sua cedência para fins de índole turística, embora sem ter um processo de recuperação em curso.

PT
Para registar esta Geocache Virtual

No local das coordenadas existe um canhão que, eventualmente, terá pertencido ao arsenal desta importante fortaleza.

Para poder registar esta Virtual, deverá tirar uma fotografia em que seja visíveis o canhão, o geocacher e a paisagem por detrás, e publicá-la em conjunto com o registo de "Found", não noutro registo posterior.

Em alternativa, e caso não queira aparecer aparecer na foto, poderá incluir na mesma um item com o seu nickname de Geocaching, mas em que apareça também parte do seu corpo (mão, por exemplo). Podem ser criativos, claro. laugh

Caso tirem foto de grupo, devem identificar na fotografia, em cada registo e de forma individual, o geocacher a quem aquele registo diz respeito.

Os registos que não cumpram os requisitos serão eliminados sem qualquer pré-aviso.

 

EN
Log requirements for this Virtual Geocache

In the coordinates there is a old cannon that,  eventually, belonged to the arsenal of this important fortress.

To log this Virtual, you will have to take a picture in wich the cannon, the geocacher and the landscape behind are visivle, and publish it together with your "Found" log, not in a later one. Alternatively, if you don't want to appear in the photo, you can include an item with your Geocaching nickname, but in wich a part of you body also appears. You can be creative, of course. laugh

Should you take a group photo, you must identify in the picture, in each log and individually, the geocacher to who the log relates to.

Logs that do not meet the above requirements will be deleted without any prior notice.

 

Virtual Rewards 3.0 - 2022-2023

This Virtual Cache is part of a limited release of Virtuals created between March 1, 2022 and March 1, 2023. Only 4,000 cache owners were given the opportunity to hide a Virtual Cache. Learn more about Virtual Rewards 3.0 on the Geocaching Blog.

Additional Hints (Decrypt)

Whfg fzvyr!!!

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)