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Bem-Vindos a S. Paio de Oleiros Traditional Geocache

Hidden : 06/13/2023
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:


Sê Benvindo a S. Paio de Oleiros!  🚂

São Paio de Oleiros é uma vila portuguesa do município de Santa Maria da Feira, sede de freguesia com 4,22 km⊃2; de área e 4 069 habitantes (2011). A freguesia pertence ao concelho de Santa Maria da Feira desde antes da Restauração da Independência, exceto por um pequeno interregno de dois anos, entre 1926 e 1928, em que esteve integrada no concelho de Espinho.

 

História
De acordo com a tradição, corroborada por diversos autores, o topónimo "Oleiros" decorre da suposta proliferação deste tipo de profissionais na região, devido à abundância de barro. Como, porém, a qualidade deste é inferior, e não restam dessa atividade senão alguns vestígios de um telhal, não é de desprezar a hipótese – aliás colocada por Pinho Leal para vila homónima da Beira Baixa – da toponímia provir de "olleiros", antiga palavra castelhana e portuguesa que significa "olhos" ou "nascentes de água", que os mais antigos na terra confirmam terem existido um pouco por toda a freguesia, e que ainda hoje rebentam em vários locais.
A escolha de S. Paio, um jovem martirizado pelos Muçulmanos em 925, período da Reconquista cristã da Península Ibérica para orago da freguesia deverá remontar ao tempo dos moçárabes que, segundo António Mattoso, lhe prestavam grande devoção. Assim, pelo decreto n.º 2/71, de 7 de Janeiro, a freguesia, seguindo a designação secular da paróquia, passou a denominar-se definitivamente "S. Paio de Oleiros".

Apesar das referências toponímicas que fazem remontar a primitiva ocupação humana da região da freguesia ao Calcolítico, (nomeadamente os lugares da Lapa de Cima e Lapa de Baixo, a meio caminho dos castros de Ovil (ver adventureLab e GC17VQ9) e Murado, e o já desaparecido topónimo Mamoa, constante do Foral Novo de Manuel I de Portugal datado de 1514) e à época da Invasão romana da Península Ibérica (Vila Boa e Estrada), a primeira referência documental a S. Paio de Oleiros data 1050, em um inventário de bens pertencentes ao rico-homem Gonçalo Viegas e sua esposa, D. Flâmula (Doc. N.º 378 dos "Diplomata et Chartae", do Mosteiro de Pedroso), o que, aliado ao brasão de armas dos Ataíde, comprova a existência de fidalguia em S. Paio de Oleiros desde épocas pré-nacionais.
A toponímia local testemunha o caráter de freguesia rural proveniente do desmantelamento que se produziu nas "vilas do Norte de Portugal" em que é referido que "Oleiros não só tem moinhos [de água], mas também engenho de papel".
A Real Fábrica de Nossa Senhora da Lapa, hoje conhecida como Engenho Velho, foi a primeira fábrica de papel do concelho de Santa Maria da Feira, tendo sido fundada em 1708, pelo genovês José Maria Ottone, ou Ottom, de sociedade com Vicente Pedrossen, capitalista da cidade do Porto. Conhecedor da arte de fabricar papel, José Maria Ottone chegara a Portugal em finais do século XVII, tendo conseguido de Pedro II de Portugal um alvará real que lhe conferia a concessão de todo o fabrico de papel desde o Minho até ao Douro.

Em 1811, Joaquim de Sá Couto inaugurou, no lugar do Candal, a que haveria de ser "uma das mais antigas e mais bem acreditadas fábricas de papel da Terra da Feira", onde se fabricava papel de mortalha para tabaco e papel selado, que muitos asseveram ter sido o primeiro do país, embora o seu uso em Portugal pareça datar de 1660. Foram-lhe atribuídos vários prémios em exposições nacionais e internacionais. Destruída em 1854 e reedificada em 1859, a fábrica possuía motor hidráulico, empregava madeira como matéria-prima e faturava dezasseis contos de réis, dando emprego a 65 operários.
Em 1855 inaugurava-se uma fábrica de fiação de algodão também premiada nacional e internacionalmente, a qual empregava 130 pessoas.
Ao advento da industrialização correspondeu uma maior afluência de gente que duas inaugurações quase simultâneas iriam incrementar:
• a da linha do Vale do Vouga (23 de novembro de 1908), com paragem de Manuel II de Portugal na estação desta localidade;
• a do Hospital-Asilo de Nossa Senhora da Saúde (6 de janeiro de 1909), evento que mereceu a primeira página no periódico "Primeiro de Janeiro" de 12 de janeiro de 1909, obra que decorreria das disposições testamentárias de Joaquim de Sá Couto e a que a revista "A Medicina Moderna" chamou de "um monumento de caridade".

S. Paio de Oleiros foi curato annual da apresentação do reitor de S. Miguel de Arcozelo, no Termo da Feira, e passou mais tarde a reitoria independente.

Fonte: Wikipédia

Chegada do Rei D. Manuel II a S. Paio de Oleiros

Desta forma, imaginando a sua chegada real para início de uma jornada cheia de descoberta de caches: "Seja Benvindo a S. Paio de Oleiros!"


Pedimos o máximo cuidado com o manuseamento da cache, para que nada se perca. Cuidado ao abrir o container. A longevidade da mesma depende de vós! Retirem o container com cuidado o contidoSejam discretos e esperamos que gostem... 

Additional Hints (Decrypt)

Ab rfpheb qb "gúary", frz ire b pbzobvb n cnffne

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)