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This cache has been archived.

garri: As there's been no cache to find for months, I'm archiving this to keep it from continually showing up in search lists. Just contact me when you have the cache repaired, and assuming it still meets the guidelines, we'll be happy to unarchive it.

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Triangle of History

A cache by Paulo Martins Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 08/10/2004
Difficulty:
5 out of 5
Terrain:
4 out of 5

Size: Size: regular (regular)

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Geocache Description:




This cache will take you to the border area in Beira Baixa, starting at Idanha-a-Nova.

You will have the chance to know two of the ten portuguese Historical Villages.

http://www.cartadolazer.inatel.pt/

You will have to visit Idanha-a-Nova, Idanha-a-Velha, Monsanto and Penha Garcia, but the caches are only two. The first one, a cylindrical aluminium container about four times the size of a 35 mm film canister, contains the instructions on how to find the second one which is a regular size plastic container similar to a tupperware.

By foot, on mountain bike or by car, you will have to go through at least some portions of the GR12 path, part of the European Long Distance Path E7.

http://www.cm-idanhanova.pt/turismo/perc_pedestres/percurso_gr12e7.html

Along the way you will be able to see fossils, roman constructions, portuguese military constructions and traditional architecture of Beira Baixa, besides the landscape, flora and fauna characteristics from this region.


Esta cache irá levá-lo até à zona Raiana da Beira Baixa, começando em Idanha-a-Nova.

Poderá aproveitar para conhecer duas das dez Aldeias Históricas portuguesas.

http://www.cartadolazer.inatel.pt/

Ser-lhe-á necessário visitar Idanha-a-Nova, Idanha-a-Velha, Monsanto e Penha Garcia mas as caches são apenas duas. A primeira, uma embalagem cilíndrica de alumínio com quatro vezes o tamanho de uma embalagem de filme de 35 mm, contém as instruções para chegar à segunda cache que é uma embalagem de plástico de tamanho normal do tipo tupperware.

A pé, de BTT ou de carro, terá que percorrer pelo menos alguns troços do percurso pedestre GR12, parte do percurso de longa distância E7.

http://www.cm-idanhanova.pt/turismo/perc_pedestres/percurso_gr12e7.html

Ao longo do percurso poderá ver fósseis, construções romanas, construções militares portuguesas e arquitectura tradicional da Beira Baixa, além da paisagem, flora e fauna características desta região.



IDANHA-A-VELHA

A palavra Idanha deriva provavelmente da expressão romana Civitas Igaeditanorum, que depois viria a dar origem ao termo Igeditania. O topónimo Egitania surge pela primeira vez num documento do século VI d.C. e crê-se que será de origem visigótica com influência da língua árabe.

A povoação terá sido provavelmente fundada no século I a.C., durante o período de Augusto, com o objectivo de estabelecer um posto de paragem entre Mérida e a Guarda, sendo do ano 16 a.C. a mais antiga inscrição romana datada existente em Idanha-a-Velha.

A povoação original foi destruída no século V durante as Invasões Bárbaras tendo os Suevos depois fundado a diocese egitanense que veio a estar representada no concílio de Lugo em 569.

Seguiu-se o período de ocupação visigótica, que se revelou um dos mais prósperos para a povoação, chegando mesmo a cunhar moeda em ouro. É deste período a Catedral e o Palácio dos Bispos.
Em 713 a povoação foi uma vez mais destruída, após a tomada pelos árabes, sendo depois reconquistada por D. Afonso III, apenas para ser novamente tomada pelos mouros. D. Sancho I reconquista-a, entregando-a à Ordem do Templo, sendo-lhe mais tarde atribuído foral por D. Sancho II.

Em 1319 D. Dinis doou-a à Ordem de Cristo.

O foral que havia sido atribuído à povoação por D. Sancho II foi renovado em 1510 por D. Manuel, sendo então construído o Pelourinho.

Em 1762 a vila de Idanha-a-Velha pertencia à comarca de Castelo Branco, vindo em 1811 a ser anexada a Idanha-a-Nova.

Foi sede de concelho entre 1821 e 1836.

 

Pontos de interesse a visitar

  • Muralhas romanas edificadas no século III-IV no início das Invasões Bárbaras;
  • Ponte de Alcântara – ponte romana datada do ano 105 que fazia parte da via que ligava Mérida a Astorga;
  • Forum e Podium romanos sendo este último dedicado à deusa Vénus;
  • Torre dos Templários edificada sobre o Podium romano;
  • Catedral e Palácio dos Bispos de construção visigótica;
  • Baptistério e Paço Episcopal construídos no século VI-VII;
  • Pelourinho erigido quando a povoação recebeu foral de D. Manuel em 1510;
  • Igreja Matriz;
  • Capela de São Dâmaso;
  • Capela do Espírito Santo construída no século XVI-XVII;
  • Capela de São Sebastião construída no século XIX;
  • Lagar de Varas recentemente recuperado;
  • Forno Comunitário;
  • Vestígios de construções habitacionais e termas romanas;

http://www.cm-idanhanova.pt/turismo/idanha_velha.html


MONSANTO

O topónimo Monsanto parece derivar da expressão “Monte Santo”, caracterização que se compreende quando se observa a povoação desde a planície, uma vez que se espraia na encosta de uma elevação com 758 metros de altitude, que quando fortificada seria praticamente inexpugnável, constituindo um ponto de refúgio privilegiado.

Vestígios da presença humana nesta elevação remontam ao período Paleolítico o que demonstra bem o quão valiosa era a protecção conferida pela altitude e pela relativa inacessibilidade do relevo.

O original povoado fortificado pré-histórico foi cercado e reforçado pelo Pretor Romano Emílio Paulo no século II a.C.

Nos séculos V-VI a povoação foi ocupada pelos Visigodos e, posteriormente, pelos Árabes.

Após conquistar a povoação aos mouros, em 1165, D. Afonso Henriques doou-a à Ordem do Templo, com intenção de fomentar a repovoação do território. Na sequência desta doação, Gualdim Pais mandou construir o castelo de forma a aumentar a defensabilidade natural conferida pelo relevo no local, transformando-o no baluarte mais “valente” junto à fronteira do rio Erges.

Ainda durante o reinado de D. Afonso Henriques, em 1172, Monsanto foi doado à Ordem de Santiago, recebendo foral mais tarde, em 1174, pela mão do mesmo monarca.

O interesse militar e estratégico desta povoação despertou o interesse de vários monarcas, nomeadamente D. Sancho I e D. Sancho II, que lhe renovaram foral em 1190 e 1217, respectivamente.

Em 1510 o foral de Monsanto foi uma vez mais renovado, desta vez por D. Manuel I, sendo a povoação elevada a vila e vindo a receber o Pelourinho.

Desde 1948 que o Castelo e as Muralhas, de origem medieval, são considerados como Monumento Nacional.

O castelo é atribuído ao século XIII, tendo sido remodelado nos séculos XIV, XVI e XVII.

Na segunda metade do século XVII a estrutura é adaptada à utilização de artilharia, com baterias e canhoneiras.

No século XIX o castelo foi parcialmente destruído por uma explosão no paiol durante uma noite de Natal.

Um dos monumentos mais emblemáticos de Monsanto é a Torre de Lucano, uma vez que ostenta no seu topo uma réplica do Galo de Prata, símbolo atribuído em concurso, em 1938, à “Aldeia mais portuguesa de Portugal”.

 

Pontos de interesse a visitar

  • Castelo e Muralhas classificados como Monumento Nacional desde 1948;
  • Torre de Lucano ostentando uma réplica do Galo de Prata conseguido em 1938 no concurso para a "Aldeia mais portuguesa de Portugal";
  • Ermida de São Pedro de Vir-a-Corça construída algures entre os séculos XII e XIII e remodelada no século XVI;
  • Igreja Matriz edificada nos séculos XVI-XVII, possuindo altares de talha dourada datados dos séculos XVII-XVIII;
  • Igreja da Misericórdia;
  • Capela de Nossa Senhora do Castelo;
  • Capela do Espírito Santo datada do século XVI, apresentando traça renascentista;
  • Capela de Santo António em estilo manuelino;
  • Ruínas da Capela de São Miguel - templo românico datado do século XII;
  • Sepulturas Antropomórficas situadas junto à Capela de São Miguel;
  • Torre do Peão que poderá ser o que resta de um posto de vigia;
  • Solar do Marquês da Graciosa - edifício do século XVII albergando actualmente o Posto de Turismo;
  • Solar dos Priores de Monsanto - edifício do século XVI;
  • Palácio da Fonte do Mono;
  • Fonte do Mono;
  • Pelourinho;
  • Casa de Fernando Namora;
  • Vestígios de assentamento do paleolítico;

http://www.cm-idanhanova.pt/turismo/monsanto.html


PENHA GARCIA

O topónimo da localidade poderá estar ligado a Dona Garcia Mendes, mulher que terá tido alguma importância no início da nacionalidade na região da "penha".

A palavra "penha" descreve bem a elevação formada pelo afloramento de quartzite onde a povoação se ergue.

Uma vez mais, a preferência dada aos locais elevados devido à sua defensabilidade pode ser verificada também aqui, tendo esta zona sido ocupada já na pré-história. Existem também vestígios de ocupação romana.

Este território foi conquistado aos mouros em 1220 por D. Afonso II, que o doou aos cavaleiros de Santiago na condição de aí construírem um castelo, muralhas e de que procedessem ao seu repovoamento.

A proximidade do rio Tejo, para lá do qual dominavam os mouros e junto da linha de fronteira com Leão e Castela, levou D. Sancho I a ordenar a construção de uma fortificação.

Não tendo os cavaleiros de Santiago terminado a edificação do castelo, a povoação foi-lhes retirada por D. Afonso III, apesar de ter recebido foral pelo mestre de Santiago.

Após terminar o castelo e edificar a Igreja de Santa Maria, junto ao castelo, D. Dinis, em 1300, doou o território à Ordem do Templo, pela mão de Vasco Fernandes.

Com a extinção da Ordem dos Templários em 1312, o território passou para a Ordem de Cristo, tendo, no século XVI, voltado à posse da coroa.

As muralhas viriam a ser restauradas em 1510, após a renovação do foral por D. Manuel I. O castelo é representado ainda no século XVI por Duarte d'Armas.

O Pelourinho foi edificado por Esteves Simão e Domingos Fernandes entre 1557 e 1558, durante o reinado de D. Sebastião.

A povoação passa a fazer parte da comenda dos condes de São Vicente da Beira a partir do século XVII.

O couto ali existente foi extinto em 1790 por uma lei promulgada por D. Maria I, assim como todos os outros coutos de homiziados existentes no país.

O concelho de Penha Garcia viria a ser extinto em 1836 e desde então a fortificação entra em ruínas.

 

Pontos de interesse a visitar

  • Castelo;
  • Pelourinho levantado entre 1557 e 1558 ;
  • Igreja Matriz existente já no século XVI;
  • Capela de São Sebastião;
  • Capela do Espírito Santo;
  • Capela de São Lourenço, datada do século XV;
  • Ermida de Nossa Senhora da Azenha;
  • Fósseis (bilobites);
  • Moinhos (vale do Ponsul);

http://www.cm-idanhanova.pt/turismo/penha_garcia.html


Bibliografia

  • Carta do Lazer das Aldeias Históricas, Roteiro de Idanha-a-Velha e Monsanto, Inatel, 2000;
  • Site da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova (http://www.cm-idanhanova.pt);


Conteúdo original da cache:

  • Livro de registos;
  • Artigos de artesanato;
  • Artigos relacionados com o Euro 2004;
  • Uma bússola;

Características gerais do terreno

Precauções gerais

Precauções especiais

Scenic View Vista panorâmica

Steep Hike Caminhos íngremes

No Campfires Perigo de incêndio - NÃO FAÇA FOGO!

Historic Site Locais históricos

Steep Hike Mais de 1 km desde os estacionamentos

Hunting in area - use caution Zona de caça - use cautela

Dogs Allowed Animais de estimação permitidos

Mud Lama no inverno

Cache In Trash Out Cache In - Trash Out!

Bicycles permitted on paths Bicicletas permitidas nos trilhos

ticks Cuidado com parasitas

Offroad vehicles allowed Veículos todo terreno permitidos nos trilhos

mosquitos Sugere-se o uso de repelente de insectos

Available year-round Disponível durante todo o ano

Compass Sugere-se a utilização de mapa e bússola

Available in Winter Locais acessíveis no inverno

Muggles Sugere-se discrição

Adaptado a partir de código gerado por The Selector


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Additional Hints (Decrypt)

Ratyvfu:
Znlor jvgu gurfr barf?: ZPYIV, KYVV.VI.
Ybbx arne gur ebzna oevqtr, qbjafgernz ba gur evtug onax.

Cbeghthêf:
Gnyirm pbz rfgrf?: ZPYIV, KYVV.VI.
Cebpher whagb qn cbagr ebznan, n whfnagr an znetrz qvervgn.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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