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Mata do Bussaco

A cache by clcortez Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 9/21/2005
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size: regular (regular)

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Geocache Description:


Mata do Bussaco

    Bem vindos a esta cache que pertende dar a conhecer um palácio e uma mata mundialmente conhecidos, onde podemos encontrar o que de melhor temos para oferecer em termos de turismo, um Hotel de 5 estrelas e uma mata com mais de 700 espécies botânicas vindas de todo o mundo distribuídas por 80 hectares. 
    Apreciem a paisagem e visitem os outros locais de interesse que se situam intramuros e nas redondezas :
Os jardins e parque envolvente, o Convento de Sta. Cruz do Bussaco, o Deserto monacal, o Sacromonte, simbolizando Jerusalém e a paixão de Cristo, com os seus passos da Via Sacra, a Cruz Alta, as inúmeras ermidas e capelas, que constituem o mais vasto conjunto arquitectónico edificado desde sempre pela Ordem dos Carmelitas Descalços, o Vale dos Fetos e seus lagos, a Fonte Fria com a cascata artificial, de forte influência italiana pela mão de D. Maria Pia, e os poéticos miradouros, são lugares cheios de magia e o enquadramento perfeito para longos passeios retemperadores e para um contacto chegado com a natureza. Os inesquecíveis pôres do sol nas Portas de Coimbra, em Sto. Antão ou no Caifaz são momentos únicos. O Museu Militar do Bussaco que convida a uma interessante incursão no historial da Guerra Peninsular, com destaque para a Batalha do Buçaco, na qual, em 1810, as tropas anglo-lusas, lideradas pelo Duque de Wellington, derrotaram o exército napoleónico. Uma partida de ténis no court em piso rápido, adjacente ao hotel, ou um agradável passeio em bicicleta de montanha pelos caminhos e trilhos da mata. As visitas a Coimbra ou a Aveiro, ao Mosteiro do Lorvão ou a Conímbriga, ou às inúmeras caves e produtores engarrafadores de vinhos e espumantes naturais da região.

« O Bussaco foi doado, à ordem dos Carmelitas, pelo Bispo de Coimbra, em 1628. Nesse ano foi então lançada a primeira pedra do Convento "dentro da mata que já então existia". 
Para além do Convento, existem dentro dos muros que cercam a actual "Mata Nacional do Bussaco", um valioso património constituído por Capelas e Ermidas, que, conjuntamente com as Fontes e Portas, dissiminadas sob um arvoredo diversificado e luxuriante, bem como a existência do Palace Hotel do Bussaco, formam um espaço de grande beleza e quietude, considerado como lugar único em toda a Europa.
»

Bussaco Palace Hotel

Construído em estilo neo-manuelino em 1907, como residência estival da Coroa, todos os quartos estão decorados com antiguidades e obras de arte.
No fantástico Palácio Real, último legado dos Reis de Portugal, conjunto arquitectónico, botânico e paisagístico único na Europa, está instalado o Palace Hotel do Bussaco, um dos mais belos e históricos hotéis do mundo.
Idilicamente situado no interior da Mata Nacional do Bussaco, floresta implantada pela Ordem dos Carmelitas Descalços no primeiro quartel do século XVII e que possui espécies vegetais do mundo inteiro, algumas gigantescas, além do mundialmente célebre cedro do Bussaco (Cupressus Lusitanico), o Palace Hotel lembra uma Torre de Belém rodeada por um imponente oceano verde, uma floresta mágica na qual se encontram igualmente fontes, capelas, miradouros, uma Via-Sacra e um Convento. 
O edifício do Palace Hotel do Bussaco, em estilo neo-manuelino, está decorado com painéis de azulejos, frescos e quadros representando a Epopeia dos Descobrimentos Portugueses e todos eles assinados por alguns dos melhores mestres da especialidade. Expoente máximo do Neo-Manuelino, projectado no último quartel do séc. XIX pelo arquitecto italiano Luigi Manini, cenógrafo do Teatro Nacional de S. Carlos, em Lisboa, mas para o qual também colaboraram, em diferentes fases, os arquitectos Nicola Bigaglia, Manuel Joaquim Norte Júnior e José Alexandre Soares, congrega, lavrados em pedra de Ançã, perfis da Torre de Belém, motivos do cláustro dos Jerónimos, arabescos e florescências do Convento de Cristo, aliando um gótico florido com episódios românticos e contrastando-o simultaneamente com uma austera severidade monacal.
O hotel possui um dos melhores e mais refinados restaurantes de Portugal quer quanto às especialidades regionais e internacionais e ainda quanto à sua garrafeira própria, constituída pelos vinhos do Bussaco, de renome mundial.
Uma estadia no Palace Hotel do Bussaco corresponde a uma experiência única que importa não perder. Um espírito único de autenticidade que nos é dado pela floresta circundante e demais características apontadas, criam a quem alguma vez se instalou no Palace Hotel do Bussaco uma viva saudade da perfeição encontrada e do recolhimento usufruído. 
Em plena Serra do Bussaco, a escassos 15 kms da saída da A1 na Mealhada, entre Lisboa e o Porto, a 29 kms de Coimbra, 45 kms de Aveiro e 65 kms de Viseu. O Hotel situa-se no interior da luxuriante e frondosa Mata do Bussaco, floresta implantada pela Ordem do Carmo no séc. XVII numa área murada de 105 hectares, onde a rara flora do mundo inteiro e o ambiente místico e cenobítico que lhe é conferido pelas inúmeras construções edificadas pelos Carmelitas, se conjugam num ímpar e sumptuoso parque botânico de nomeada internacional.

O seu interior encontra-se ricamente ornamentado com notáveis obras de arte dos grandes mestres portugueses da época, desde a belíssima colecção de painéis de azulejos do mestre Jorge Colaço, evocando Os Lusíadas, os Autos de Gil Vicente e a Guerra Peninsular, as graciosas esculturas de António Gonçalves e de Costa Mota, as admiráveis telas de João Vaz ilustrando versos de Os Lusíadas, os frescos de António Ramalho ou as valiosíssimas pinturas de Carlos Reis, entre outras. O seu mobiliário, verdadeiro património museológico, inclui raras peças portuguesas, indo-portuguesas e chinesas, realçadas por faustosas tapeçarias. 

64 quartos palacianos, nos quais se incluem 2 belíssimas suites junior com magníficas vistas sobre os jardins, a sumptuosa e requintada suite Rainha D. Amélia, e a soberba suite Real, constituída por uma fabulosa sala de estar, sala de jantar, vestiário e quarto com amplo terraço a dominar os jardins e a floresta envolvente e com uma panorâmica deslumbrante que alcança a Costa Atlântica. Todos os quartos mobilados com peças de estilo, numa heterogeneidade que abrange desde D. Maria e D. José a exemplares de Arte Nova, equipados com casa de banho privativa, TV satélite, telefone de ligação directa, etc.

Uma das grandes mesas de Portugal num ambiente verdadeiramente palaciano no qual se destacam os magníficos frescos de João Vaz ilustrando passagens marítimas de Os Lusíadas, o belíssimo tecto mourisco, o notável soalho executado com madeiras exóticas, ou a galeria real para um memorável almoço num aprazível dia soalheiro, como só o Bussaco os tem. A par da gastronomia clássica francesa, é servida cozinha tradicional portuguesa com ênfase nas especialidades locais, das quais se destacam a caldeirada costeira, o leitão da Bairrada, o cabrito serrano e a chanfana da região, assim como a doçaria regional. A sua garrafeira própria, composta pela reserva exclusiva dos lendários vinhos do Bussaco, mencionada nos principais roteiros báquicos nacionais e internacionais, constitui o imprescindível remate para uma refeição inesquecível. Há igualmente a destacar a existência de elegantes salas privadas para a realização de banquetes em círculo restrito.
Ao fundo do Salão Nobre, frente a um imenso e marcante quadro de João Reis ou na magnífica galeria, o ambiente perfeito para o chá das cinco, refrescantes cocktails ou a degustação de um nobre espumante da região ou de um raro Porto Vintage de eleição.

O cenário perfeito para a realização de sumptuosos banquetes ou de reuniões e conferências num ambiente de profunda concentração. Equipamento audiovisual, tradução simultânea, e outros, disponíveis mediante solicitação.

Pequeno almoço buffet servido no restaurante, concierge, guarda de valores, boutique, room service, lavandaria, parking e garagem privativa. Babysitting mediante reserva prévia. Serviço de limusine e de helicóptero mediante solicitação.

                       

Convento de Santa Cruz do Bussaco

Depois de escolhido o lugar para a instalação do primeiro Deserto Carmelita em Portugal no Bussaco, foram acolhidos os primeiros operários da obra. Frei Tomás de S. Cirilo, primeiro vigário, Frei João Baptista e Alberto da Virgem, arquitecto, foram os obreiros, saindo de Aveiro a 29 de Junho de 1628.
Lançaram a primeira pedra do mosteiro no dia 7 de Agosto de 1628 e a 28 de Fevereiro de 1629 adoraram o SS na casa da livraria , de que fizeram igreja provisória e logo no dia 19 de Março de 1630 deram inicio á vida regular da comunidade. Porém , a sagração solene do convento e a primeira missa só teria lugar a 3 de Maio de 1639 e o Deserto tomava o nome de Convento de Santa Cruz do Bussaco. 
Área de acesso reservado a quantos procuravam a oração e a penitência, coube a esses monges do carmelo murar os 105 hectares da sua devoção edificar ermidas e capelas , preservar a rica flora nativa e acrescentar-lhe espécies trazidas de todas as partes do mundo traduzidas em grande variedade de espécies exóticas que fazem hoje do parque botânico do Bussaco uma referencia única. 
Em 1834 , com a extinção das ordens religiosas, o Convento e todo o património existente, incorporou-se nos bens nacionais. Foi a 16 de Junho daquele ano que as autoridades do então concelho da Vacariça compareceram no Bussaco fazendo o auto de apreeensão perante o último prior, Frei António de Santa Luzia, dando a todo o património existente o valor de 8000$00 reis.

No local situava-se um eremitério beneditino do século VI, e ao longo de 1500 anos surgiram muitas pequenas capelas e grutas.

O Convento está anexo ao Palace Hotel, formando um conjunto arquitetónico único. Pode ser visitado, procure a entrada no topo Oeste do edifício. Na entrada contemple um alpendre totalmente forrado a cortiça, e a placa que assinala e relembra a importância do local nas Invasões Francesas.
 

Museu Militar do Bussaco 

Foi inaugurado em 27 de Setembro de 1910, por ocasião do 1º centenário da Batalha do Bussaco, como forma de homenagear a acção heróica do exército anglo-luso durante o período da Guerra Peninsular. O espaço dispõe de valiosas colecções de armas, uniformes e equipamentos utilizados na Batalha.
Em paineis, aludindo aos brilhantes feitos de armas praticados, recorda-se com emoção e gratidão o comportamento corajoso e determinado de todas as Unidades portuguesas que tomaram parte na Guerra Peninsular (1808-1814).
Horário: Terça a domingo das 10 ás 17 horas 
Encerrado á segunda-feira e nos dias 1 de Janeiro e domingo 
de Páscoa.

Este Museu e a cache são também um complemento das caches das Linhas de Torres na região de Lisboa. As Invasões Francesas que motivaram a contrução dos Fortes das Linhas de Torres tiveram aqui no Bussaco um desfecho a nosso favor com a vitória na famosa Batalha do Bussaco.

Já fora do espaço amuralhado da Mata está um monumento erigido em homenagem a esta batalha muito semelhante ao de Alhandra, junto à cache Forte de Alhandra.

Via Sacra do Bussaco

Tem três quilómetros a Via Sacra do Bussaco e é composta por vinte passos, correspondendo aos "Passos da Prisão e aos Passos da Paixão" e foi aberta por iniciativa de Manuel Saldanha, reitor da Universidade de Coimbra em 1644. 
No inicio, as estações eram representadas por uma simples cruz de madeira e só mais tarde, em 1694 e 1695, foram estas estações rudimentares substituídas por capelas, desta vez por ordem de D. João de Melo, Bispo Conde de Coimbra. 
As imagens que ilustram hoje os passos da Via Sacra são do ano de 1938 e da autoria do escultor Costa Mota (sobrinho). São figuras de tamanho natural feitas em barro cozido que dão ao conjunto das capelas representativas da Paixão, grande equilíbrio e qualidade artística. Pena que muitas tenham entretanto sido destruídas!:(

A Mata do Bussaco

A Floresta do Bussaco é um bosque espesso, onde as árvores têm porte gigantesco e são ricas em essências. Cedros, abetos, sequóias, tílias, ulmeiros, loureiros, faias, rodoendros, fetos gigantes, acácias e freixos, provenientes da América, da Austrália, dos Himalaias ou de tantos outros locais do Mundo, plantadas e cuidadas por gerações de monges Carmelitas Descalços que viveram, em clausura e contemplação por mais de 200 anos, entre 1630 e 1834, neste magnífico altar da Natureza, sagrado e protegido por bula do Papa Urbano VIII de 1634. 
O paraíso do Vale dos Fetos e a idílica Fonte Fria, ou no cimo da colina sagrada, o miradouro da Cruz Alta, com admirável panorama da floresta a guardar no seu coração o Convento das Carmelitas e o sumptuoso Palace Hotel do Bussaco, antiga residência de reis.

A Floresta do Buçaco é hoje a mais famosa do país, com mais de 700 espécies de árvores, algumas das quais são variedades locais raras, e outras trazidas das Américas, da Ásia e da Austrália.


 
                      

O local

    Para fazer esta cache e visitar todos os pontos de interesse aconselho a entrar na Mata ( se for de carro a entrada é 1.5€, de bicicleta ou a pé não se paga ) e estacionar junto ao Palace Hotel. A coordenada do palácio e zona envolvente é : N40º 22.530 W008º 21.918.  Se preferir não pagar e fazer o percurso a pé ( recomendável ) deixe o carro cá fora e vá até ao palácio a pé. Aí pode então optar por vistar todos os pontos de interesse conforme desejar. O palácio não pode ser  visitado, mas o convento sim. Depois de visitar o Convento, o palácio e os jardins, visite o Museu Militar e por fim visite a Mata e percorra a Via Sacra. Se possível passe no Posto de Turismo no Luso e obtenha um mapa da Mata, onde estão descritos todos os pontos de interesse, incluíndo as estações da Via Sacra. Quando andar pela Mata não deixe de visitar o Vale dos Fetos e a Fonte Fria. Lindo!
À medida que vai avançando nas estações da Via Sacra vai aproximando-se da cache, que está situada junto à Cruz Alta, o ponto mais alto da Mata e da Serra do Bussaco e onde termina a Via Sacra. Basta seguir as setas dentro da Mata e não precisa de sair dos caminhos.Dali pode avistar muitos kilómetros em redor, desde a Serra da Estrela até ao mar. A vista é magnífica e como prémio tem a cache!
Pode optar por não fazer este percurso e ir directamente à cache sem entrar na Mata ( ou seja, sem ver o mais importante)
, mas não vou indicar qual o caminho para lá, faça o "trabalho de casa"! Esta segunda hipótese permite levar o carro até 30m da cache, mas é muito mais longe.

Antes de chegar ao Bussaco vai passar no Luso, 2km antes de entrar na Mata. Importante centro termal é também a fonte de origem de uma das mais conhecidas àguas engarrafadas portuguesas. Aproveite, leve os seus garrafões e "ateste-os" na fonte! Se for ao fim de semana prepare-se para esperar na fila.. A água que nasce no Luso vem das entranhas da Serra do Bussaco, por onde irá andar nas próximas horas!:) A coordenada do Luso é : N40º 22.993 W008º 22.587.

Como chegar: 
Aconselho que se dirija em direcção à Mealhada e numa rotunda virar na direcção de Luso/Buçaco (EN234). Após +/- 6 km chegará ao Luso. Depois da paragem para conhecer a fonte da água do Luso continue a subir a colina, numa estrada de curvas acentuadas até encontrar as placas indicando a Mata Nacional do Bussaco, à direita. Depois de entrar na Mata, vire à esquerda e após 2 km, encontrará o Palace Hotel do Bussaco. 

           

A cache

Esta é uma cache regular que contém a Stashnote, Logbook, lápis, afia e alguns presentes para troca.
É um tupperware com cerca de 12 x 12 x  7 cm. 

   Conteúdo inicial :      

                             - Relógio de pulso

                             - Mosquetão

                             - Porta-chaves com mola

                             - ...e o resto não me lembro..( tb já foi escondida no dia 17-07-05!:))       

Ah, e não se esqueça nunca: "Cache in, Trash out!"

                         English

                         For an english translation please use the link follow or send me an e-mail and I'll be glad to send it to you .

    Português (versão original) ¤ menu > início :: Mata do Bussaco

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Additional Hints (Decrypt)

CG: Nsnfgnqn prepn qr 5z qn cnerqr qb zvenqbheb cnen Abegr, ahzn crdhran tehgn. Ire sbgb fcbvyre.
RA: 5 zrgref sebz jnyy gb Abegu, orgjrra gjb ovt ebpxf, va n fznyy pnir. Frr cubgb fcbvyre.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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