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Traditional Geocache

Centum Cellas [Belmonte]

A cache by HDV & pipl Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 10/4/2005
In Castelo Branco, Portugal
Difficulty:
1 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: small (small)

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Geocache Description:


An ENGLISH version of the description bellow may be found here >>
Optionally, you may also want to try this automatic translation >>
BEWARE: the cache IS NOT inside the monument's perimeter! Do not search for it in there!

 

ATENÇÃO!
A cache NÃO se encontra dentro do perímetro vedado
do monumento; qualquer indicação pontual do GPS nesse sentido deve ser total e seguramente ignorada como erro.

 

1 - Localização

 

A torre e sítio arqueológico de Centum Cellas situam-se na localidade do Comeal da Torre, a cerca de dois quilómetros a norte de Belmonte – que se avista ao longe - no extremo norte do distrito de Castelo Branco, Portugal.

O perímetro do recinto está rodeado por uma vedação; o acesso no entanto é livre e gratuito a qualquer hora do dia, penetrando-se aí por um portão normalmente cerrado mas que se pode abrir, mediante simples deslocação da tranca.

Se optar por entrar tenha p.f. o cuidado de não pisar as escavações nem deslocar quaisquer pedras!

 

2 - Origem e Interesse Históricos

As teses sobre a origem e utilidade de Centum Cellas são diversas e mais ou menos fantasiosas, conforme a fonte. Abaixo reproduzimos, com a devida vénia, a que nos parece mais objectiva, conforme se pode encontrar na página do IPPAR. Para quem tenha interesse numa visão do monumento a partir do folclore e da tradição oral locais – bastante ricos e coloridos - recomendamos ainda a leitura deste artigo. Igualmente esclarecedores podem ser este e este textos.

«As ruínas da Torre de Centum Cellas, também conhecida como Torre de São Cornélio, situam-se numa área particularmente fértil e próxima da confluência da Ribeira de Gaia com o Rio Zêzere, cujos aluviões metalíferos sabemos terem sido explorados desde épocas bastante recuadas.

O monumento, em si, revela-se um dos mais emblemáticos, mas ao mesmo tempo dos mais enigmáticos existentes em toda a Beira Interior e atribuíveis à época da presença romana no nosso território.

Na verdade, foram elaboradas ao longo do tempo as mais diversas teorias respeitantes à sua real funcionalidade primitiva. Assim, desde templo, a prisão, passando por um praetorium (núcleo de um acampamento romano), a um mansio(estação de muda), mutatio (albergaria para descanso dos viajantes), villa romana, para além de muitas outras, tudo parece ter sido contemplado e proposto.
Todavia, as escavações realizadas pelo IPPAR, entre 1993 e 1998, demonstraram que o edifício da Torre não se encontrava isolado, antes, sim, inserido num conjunto estrutural mais amplo e complexo, que incluía diversos compartimentos, de entre os quais salas, corredores, escadarias, caves e pátios.

Assim, a Torre revela-se a parte central e melhor conservada daquela que constituiu a villa de Lucius Caecilius, um abastado cidadão romano, negociante de estanho, que, em meados do século I d. C. mandou edificar a sua residência nesta zona, sob direcção de um arquitecto que, ao que tudo parece indicar, conheceria profundamente as técnicas construtivas ditadas por Vitrúvio.

Como edificação central e imponente, a Torre é apenas composta por dois andares, em redor da qual toda a restante habitação se foi desenvolvendo, desempenhando o papel de verdadeiro epicentro centralizador das suas mais diversas tarefas quotidianas.

Datando a sua construção inicial do século I d.C., este edifício sofreu um incêndio e destruição de consideráveis dimensões em finais do século III, altura em que foi alvo de algumas alterações, ao mesmo tempo que ocorreram novas construções. De entre este conjunto de remodelações, realçamos a sala com abside ou o larário, para os quais foram reaproveitados materiais pertencentes às estruturas preexistentes. Entretanto, datará da Alta Idade Média a edificação de uma capela dedicada a São Cornélio sobre as ruínas da própria villa, reempregando, uma vez mais, parte dos seus materiais constitutivos.

Esta capela viria, no entanto, a desaparecer já em pleno século XVIII.
A área intervencionada até ao momento contempla somente uma pequena parcela da pars urbana da villa que foi parcialmente danificada com a construção da estrada municipal que conduz ao Colmeal da Torre, passando a Norte de Centum Cellas.

Quanto às termas e à pars rustica, as suas zonas ainda não foram objecto de escavação, existindo a forte possibilidade de se encontrarem irremediavelmente perdidas para a investigação, ao terem sido destruídas com a plantação de vinhas, bem como com a construção de habitações recentes.»

 

3 - Cache

A cache consiste num tupperware de tamanho médio colocado de tal modo que deve ser bastante fácil de encontrar. Deixe-a por favor bem escondida, caso contrário rapidamente desaparecerá.

 

4 - Belmonte

Se não conhece, aproveite a deslocação para visitar ainda, bem próximo, Belmonte. Vila com um património riquíssimo, de que se destacam, entre outros, o Castelo, o Museu Judaico, o Ecomuseu do Zêzere, o Museu do Azeite e o Solar dos Cabrais (cujo panteão familiar pode ser encontrado na igreja de São Tiago). Mais detalhes e ilustrações podem ser consultados na Página da Câmara Municipal de Belmonte >>






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Last Updated: on 10/9/2017 8:41:54 AM Pacific Daylight Time (3:41 PM GMT)
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