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Moinho do Pinheiro [Malcata]

A cache by Sara & Hugo Rebordão Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 6/16/2006
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
3 out of 5

Size: Size: regular (regular)

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Geocache Description:


Casa do moinho e forno

pRibeiro da MoucaQuem chega à Malcata, vindo de Penamacor, ao parar em frenteao painel informativo à entrada do parque é surpreendido pela desertificação deste espaço: 2 habitantes! Apenas 2 habitantes em 16 348 ha! A Reserva Natural da Serra da Malcata foi criada em 1981 com o objectivo primordial de proteger o habitat do lince-ibérico, mas aqui os humanos também se estão a extinguir!

A Serra da Malcata é composta pelos seus montes arredondados, onde predomina o xisto, e vales encaixados que constituem o leito de alguns dos nossos rios: por aqui passa o rio Côa, para se juntar ao Douro, e nascem o rio Bazágueda e a ribeira da Meimoa, para se juntarem ao Tejo. É precisamente o Rio Bazágueda que vai poder conhecer nesta “cachada”.
Ao caminhar pelas suas margens vai poder apreciar a sombra dos: amieiros (Alnus glutinosa), freixo-comum (Fraxinus angustifolia) e salgueiros (Salix spp.). Nas zonas mais secas poderá cruzar-se com: medronheiros (Arbutus unedo) que dão os deliciosos medronhos em Nov-Dez, e azinheiras (Quercus rotundifolia). A Norte da serra predomina o carvalho-negral (Quercus pyrenaica), com as suas folhas características que figuram estilizadas em todos os placards do Parque Natural, já que são o símbolo do I.C.N.

Os matos ocupam a maior extensão da Serra da Malcata e são o habitat natural do lince-ibérico. Nestes locais encontram-se a Norte: giesta-branca (Cytisus multiflorus) e giesta-amarela (Cytisus striatus). A Sul predominam: estevas (Cistus ladanifer) de folhas pegajosas e grandes flores brancas de cinco pétalas, carquejas (Genista tridentata), e rosmaninhos (Lavandula pedunculata) que perfumam os caminhos com o seu odor característico, e as suas flores roxas. A urze-vermelha (Erica australis) está a espalhar-se por toda a serra.

Pontes de madeiraSe for paciente e cauteloso poderá observar: coelhos-bravos (Oryctolagus cuniculus), raposas (Vulpes vulpes), fuinhas (Martes foina), ginetas (Genetta genetta) e outros pequenos mamíferos que vivem entre o matagal. No rio Bazágueda existem: carpas (Cyprinus carpio), lagarto-de-água (Lacerta schreiberi) e cágados (Mauremys leprosa). Um exemplar bem grande nada no rio junto ao açude onde se encontra a cache! Finalmente, o bufo-real (Bubo bubo), a cegonha-preta (Ciconia nigra) e o pica-pau-verde (Picus viridis) completam a fauna que usufrui deste rio. Se estiver num dia de sorte poderá avistar o lince-ibérico (Lynx pardinus) mas nesse caso corra para o telefone mais próximo e avise o I.C.N., pois no último censo que se realizou na Malcata (em 2002) não se identificou nenhum (!!!) lince-ibérico ou marcas da sua passagem…

Ao longo do Rio Bazágueda, como em muitos outros rios em Portugal, podem-se encontrar vestígios de moinhos de água. Estes engenhos, a par com os movidos a vento, foram abandonados assim que a indústria da panificação surgiu na década de 50/60, derrotando-os numa guerra desigual. Embora em ruínas ainda é possível adivinhar o seu funcionamento… a montante era criado um açude permitindo desviar uma pequena parte do rio por uma levada até ao moinho. A água, passando por baixo da casa, deixava a sua força nas pás, que presas a uma mó superior a faziam rodar sobre outra mó fixa. E neste movimento o cereal, depois de escolhido, era moído, passando por entre as grandes pedras circulares, para dar a preciosa farinha.


Açude

O percurso pedestre

Para chegar ao local da cache não é necessário fazer o percurso pedestre proposto, este é apenas uma sugestão! No entanto, será sempre necessário caminhar alguns metros porque o local da cache não é acessível a carros.

O “Percurso do Salgueirinho” trata-se de um percurso circular, de dificuldade média, com extensão de 7,1 km e duração prevista de 2 horas. Está perfeitamente assinalado por marcas encarnadas e amarelas (sinalética internacional). Também é possível fazer uma parte de carro, mas é precisamente a meio, quando se encontra o rio, que a estrada se torna intransponível. Para quem vai a pé é fácil atravessar as ribeiras pelas pontes de madeira que foram recentemente construídas.

Durante o percurso, e já perto do local da cache, passa-se por um moinho que já não funciona, mas que se encontra em perfeito estado de conservação, já que pertence à senhora que vive na casa em frente (um dos dois habitantes do Parque Natural!). Um pouco mais à frente (ou atrás, dependendo do sentido) encontra-se o açude pertencente a este moinho. Pode parar para apreciar a beleza do local mas, se está com vontade de dar um mergulho, aguente mais uns minutos, porque o local da cache reserva uma boa surpresa! 


A cache

Para chegar ao local da cache é necessário efectuar um pequeno desvio no percurso pedestre. São cerca de 350 m de caminhada que valem a pena!
Passe para a margem esquerda do ribeiro da Mouca por uma das pontes de madeira, e siga o caminho, até ao Moinho do Pinheiro, em ruínas junto ao rio Bazágueda. Aqui pode apreciar o que resta das habitações locais com o devido cuidado, pois estão a ruir. A habitação mais intacta pertence ao antigo moinho, e ainda é possível identificar um forno comunitário no exterior.
Encontre a levada, que conduzia a água até ao engenho, e siga-a até ao açude. Sem passar para a outra margem procure a cache na encosta, acima do açude. [spoiler]

Finalmente aproveite para se refrescar nestas águas límpidas…

Atenção
A cache encontra-se num terreno com declive acentuado, que se pode tornar perigoso quando molhado. A profundidade do açude não permite saltos para a água! 




Açudee

There is a big information panel, at the entrance of the Malcata Natural Park, on the road that leads to Malcata from Penamacor. The information is impressive: 2 inhabitants only in 16 348 ha of land! The Natural Park of Malcata was created in 1981 in order to actively preserve the natural habitat of the iberian lynx, but in here humans are also in danger of extinction!

Serra da Malcata is made up of several small hills of schist, a sedimentary rock. The narrow valleys lead the rivers across the Natural Park to their final destinations: river Côa passes by to meet the river Douro a few km ahead, while river Bazágueda and stream Meimoa are born in these hills. You will have the chance to meet river Bazágueda in this cache hunt.

While walking on the banks of river Bazágueda you will be able to appreciate the shadow provided by several trees: common alder (Alnus glutinosa), narrow-leaved ash (Fraxinus angustifolia) and willow (Salix spp.). In drier areas you may see: strawberry trees (Arbutus unedo) which provide delicious fruits in Nov-Dec, and “azinheiras” (Quercus rotundifolia). In the Northern slopes there are many: pyrenean oaks (Quercus pyrenaica), with its typical leaves that you may find in all the information panels, since it is the logo of the I.C.N. (Nature Conservation Institute).

Most of the Serra da Malcata is actually occupied by Mediterranean bushes, that make up the perfect habitat for the iberian lynx. In the Northern areas of the Park these are made up of: white brooms (Cytisus multiflorus) and yellow brooms (Cytisus striatus). To the South other species predominate: laudanum (Cistus ladanifer) with its sticky leaves and broad white flowers of 5 petals, carquesia (Genista tridentata), and spanish lavenders (Lavandula pedunculata) which spread their perfume all around. The spanish heath (Erica australis) has been growing all over the Serra da Malcata

Levada

If you are pacient and silent you may also observe: wild rabbits (Oryctolagus cuniculus), foxes (Vulpes vulpes), stone martens (Martes foina), common genets (Genetta genetta) and other small mammals. In the river Bazágueda there are: common carps (Cyprinus carpio), Schreiber’s green lizards (Lacerta schreiberi) and mediterranean turtles (Mauremys leprosa). There is actually a quite big individual swimming in the river by the dam where the cache is!

Finally, eagle owls (Bubo bubo), black storks (Ciconia nigra) and green woodpeckers (Picus viridis) can also be seen flying by the river. If you are on a very lucky day, you may see an iberian lynx (Lyns pardinus), but in that case run to the nearest phone and warn the I.C.N. about it, because the last census that was made in the Serra da Malcata (2002) retrieved zero (!!!!) lynx found…

On the banks of the river Bazágueda, like in many other rivers in Portugal, you may find old water mills. These were abandoned in the late 50’s when the industry of bread developed. Although most of the mills are in ruins, it is still possible to identify their main parts: a small damn was created upstream to drive part of the river water to the mill. Then, the water would pass under the mill house, moving the wheel that would in turn make a heavy round stone turn, over another stone, shattering the cereals. The final product was the flour.

 

CabrasThe hike

There is no need to walk all the way to the cash location. It is just a suggestion! But if you chose to use the car, you’ll still have to walk a few hundred meters because the exact spot is not accessible to cars.

The “Percurso do Salguerinho” is a circular hike, of 7,1 km in length, which will take about 2 hours to complete. It’s well marked along the way, with yellow and red marks (international code for hikes). You might drive a car through most of these roads, but you cannot complete the hike driving, because there are narrow wooden bridges over the river that can only be crossed walking (or with a bike).

Along the hike, and when you’re approaching the cache area, you will pass by an old mill that no longer works, but is still standing firm, because it belongs to an old lady who lives in the front door (one of the two inhabitants of the Natural Park!). A few meters ahead (or before, depending on which direction you’re hiking) you will find the dam that belongs to this mill. You may take the time to appreciate the beauty of the place, but if you’re willing to dive in the clear water, just hang on for a few more minutes, because the cache spot has a good surprise waiting for you!


The cache

To get to the cache spot you must make a small detour on the marked hike. It’s only about 350 m and you’ll see it’s worth it!
Use one of the wooden bridges to get to the left margin of the “ribeiro da Mouca”. Follow the path to “Moinho do Pinheiro”, which is in ruins. Here you can snick around the place, and see all the old houses, but pay attention as some are very old and might colapse. The house that is the best preserved belongs to the old water mill. It is also possible to identify a stone oven in front of the mill where the villagers would cook their bread.
Find the water channel that used to lead the water to the mill, and follow its way back to the dam. Go on walking through the slope by the dam, until you find the cache. [spoiler]

Finally take your time and swim in the clear water!

Pay attention
The cache is in a steep slope that might become very slippery after/during rainy days.
Don’t jump into the water. The dam isn’t deep enough!


Informações úteis / Useful Info

PlacaPercurso Detalhe


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Additional Hints (Decrypt)

[PT] Qronvkb qhz zbyub qr crqenf, 6 zrgebf n fhy qn áeiber qr gebapb pheib. [EN] Haqre n cvyr bs fgbarf, 6z fbhgu sebz gur gerr jvgu pheirq gehax.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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