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Found it Real O' Team found The Grey Havens

Friday, March 25, 2016Lisboa, Portugal

Sexta-feira Santa de bom tempo, com Príncipe e Princesa por estas bandas, deu origem a um combinanço de última hora para preencher a manhã com uma sessão de procura! A verdade é que desde 2013 que o desafio "Grey Havens" piscava incessantemente aos olhos da Real O' Team sempre que se abria o mapa da região, mas as condições nunca estavam no ponto: ora era mau tempo, ora era pouco tempo, ora parecia demasiado arriscado. Vá-se lá saber porquê, a Princesa teve um daqueles feelings de tudo ou nada e apontaram-se agulhas para que esse fosse o derradeiro desafio do dia!! Para aproveitar as condições climatéricas espectaculares que se verificavam, conhecendo a meteorologia típica de Sintra e o seu temperamento bipolar no que toca a esse assunto, começou-se logo por aí!

#1949

Com o Bólide Real deixado no estacionamento indicado, iniciámos a viagem até aos waypoints da cache. Como se esperava, não éramos os únicos a passear-nos pelos trilhos das arribas: sendo Sexta-feira Santa, várias famílias aproveitavam o ar puro matinal para iniciar o dia da melhor forma!

Chegados ao local onde a aventura começa - aquele trilho descendente que serpenteia pela encosta -, 3 pessoas subiam, e lá vinham com os bofes de fora!! Ainda pensámos que fossem Geocachers, mas pela conversa das fotografias na praia e da descida facilitada do lado sul da arriba, percebemos que, provavelmente, seríamos os primeiros visitantes do dia - e, quiçá, os únicos - desta menina!!

Como esta era o grande objetivo do dia, antecipando a dificuldade que seria chegar à "quota" pretendida, a Princesa propôs ao Príncipe que levasse os ténis de bicos de orientação para que a aderência ao terreno fosse a melhor do mundo. Melhor conselho de sempre!! Só foi pena os ténis de bicos da Princesa terem ficado em casa por proporcionarem belas feridas nos pés... Os ténis de trail acabaram por ser suficientes, mas muito à custa da descida do centro da gravidade durante quase todo o caminho, o que valeu uns belos litros de ácido láctico ao nível dos quadríceps no fim da coisa!

A descida do carreiro - íngreme como se espera naquela zona - foi feita que nem cabrito da montanha por parte do Príncipe, cujas "tanachas" de bicos faziam um papel milagroso na aderência ao piso. Alturas havia em que se dava ao luxo de dar saltinhos e pequenas corridas naquela loucura de descida! Já a Princesa, dando uso aos chorões que por lá existem, também foi descendo, bem mais devagar, claro. Enquanto desciam, eram vários os homens a subir com sacas de percebes e mexilhão aos ombros. Novos, velhos, de todas as idades!! A quem já lá foi, se vos custou subir a encosta sem tralha para carregar, imaginem aqueles homens, que levavam para casa a matéria-prima para cumprir a tradição de Sexta-feira Santa da zona - ou proporcionar a outros que a cumpram!

Após bons minutos de descida, e na dúvida acerca do trilho a tomar para subir até à crista da formação rochosa pretendida, foi o aparecimento de dois homens de fato de neoprene - que vinham da apanha do marisco, estava visto! -, de bota de água calçada, prancha de bodyboard debaixo do braço e saca aos ombros, que permitiu compreender por onde passar. E, mais uma vez, ao percorrer aquele carreiro, a admiração por aqueles dois subiu ainda mais: como é possível fazer aquele caminho com aquele carrego e aquele calçado? É muita arte!!

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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