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Wednesday, June 16, 2010Braga, Portugal

2/3 - Internet in the florest!

Seu dono, impávido e sereno, procurava uma solução caída do céu. Quem sabe a mesma "força" que o tinha fechado, o abrisse, por obra e graça de um santo qualquer. Partir o vidro seria a solução mais rápida? Seria, mas não seria a mesma coisa. E mesmo depois de uma série de rezas, tentativas de invocar o demo, os "boizolas" e outros seres superiores, a solução não caiu, e o seu servo ( o do SUV de facho), decidiu rumar a casa em busca da chave suplente, mesmo que, a chave de casa estava também ela dentro do carro.

Ficaram então 6 pessoa a tomar conta do SUV, enquanto dois rumaram então à Maia, uns 50kms da nossa posição actual. Sempre é mais fácil partir a janela de casa que a do vidro, sempre dá menos nas vistas partir uma janela de uma casa numa qualquer artéria movimentada de uma cidade, do que um vidro de um carro algures no mato, a mais de 1km de uma qualquer estrada transitável. E porque ficaram 6 pessoas a tomar conta do carro? Porque eventualmente, alguém que por ali fosse a passar no seu joguing nocturno, não se faria rogado em ganhar um carro. Sim, a chave na ignição, telemóveis, GPS, gadjet a filmar online... não, deixa ficar porque o dono deve só estar por aí a aliviar a bexiga! Para além disso, estávamos agora no horário de passagem da procissão... quantos não gostariam de ter um daqueles parado em frente ao cemitério?

Começaram então as apostas de quanto tempo demoraria a terminar a novela. As apostas foram sendo colocadas online num forum bem porreiro por sinal, à pala de uma qualquer banda larga fornecida por uma qualquer empresa de vão de escada, que opera no mercado de serviços em Portugal. Online, ainda deu para fazer vídeos em Streaming... sim, porque havia esposas e mães em casa que poderiam não acreditar em tal mirabolante história pelo que havia de criar provas. Essa provas podem ser vistas por todos, acho... em http://www.qik.com/migueis
A noite começava a arrefecer, pelo que o motor do SUV ainda servia algum calor. No entanto isso foi-se dissipando pelo que em plena floresta, e aproveitando a presença de um escuteirinho Mirim, uma fogueira foi também feita. Música, gritos, rufos e tambores, tudo servia para ir passando o tempo, mesmo tentando encontrar forma de abrir o raio do carro, utilizando as mais avançadas técnicas de Grand Thief Auto. Se tínhamos banda larga, algum fórum nos havia de dar a solução ... e viva o Google.

A fogueira já não aquecia, e o carro já não mandava calor, pelo que decidimos ir para dentro do tractor. Seis gajos e alguns refluxos de ar aqueciam o ambiente, não sem antes o Aleixo, principal responsável pela ira dos mortos que nessa noite nos encontraram no seu caminho, lhe ter dado um ataque de claustrofobia... lá teve de ir para o banco da frente! Entretanto chegavam as boas novas da cidade da Maia... a ideia peregrina de assaltar uma casa veio a trazer outros problemas, se calhar mais complicados do que partir o seu próprio vidro do carro. E não é que um qualquer vizinho mais ranhoso ao ver dois manfios rondar uma casa num R/C chama a policia... e a policia, de armas em punho, como um qualquer filme do Tarantino, pede identificação. "Ah, pois, está num carro que ficou fechado no meio do monte em Esposende." Claro, e pode provar que a casa é sua? "Claro, eh... bem... se calhar não!" E pronto... nada como empolgar ainda mais uma história que já de si parecia irreal. Comecei a pensar que ainda não seria hoje que iria finalmente fazer a cache da Sra. da Paz!!! Que INFERNO!!! Enquanto aguardavamos o desfecho de tamanha novela mexicana, foi tempo de gastar os últimos cartuchos dos telemóveis e portáteis disponíveis e iniciar-mo-nos no maravilhoso mundo do ChatRoullete. Bom, mais valia continuar à procura da Tracy Lords... que raio de submundo... A reportagem ia sendo feita em streaming também, e quando tudo ficou sem alimentação, restou-nos uma lanterna, só para ver quem alçava a perna a cada rufo.

(to be continued...)

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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