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Found it rifkindsss found Bailarico das Bruxas [Negrais]

Sunday, January 6, 2013Lisboa, Portugal

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#3500

A cache #3500 aproximava-se a passos largos e por isso, uns dias antes, olhámos de novo para o mapa das caches na zona de Lisboa e depois de alguns clics, lembrámo-nos desta cache, que há muito tempo já andava debaixo de olho.
A descrição da Família Silvestre da dificuldade de andar a saltar de lapiás em lapiás, ficou bem presente na nossa memória e esta cache seria concerteza um óptimo desafio, para superar a dois!

Depois de uma passagem pelo largo central de Negrais e de apreciarmos a capela e os seus bonitos azulejos, estacionámos perto das coordenadas sugeridas e depois de verificado o conteúdo das mochilas, seguimos os waypoints fornecidos, facilitando assim a aproximação à cache.
As fotografias do Joca ao longo do percurso estavam bem presentes na memória da Rifkinda, por isso, em menos de nada, estávamos a percorrer o estreito caminho, ornamentado de cactos, que nos levou ao grande campo plano de lapiás.

Aqui e além, já se viam alguns buracos provocados pela erosão. A vegetação aproveitava para crescer mais aí, fazendo com que alguns aglomerados de silvas, fossem verdadeiras armadilhas.
À medida que avançávamos, os buracos foram ficando mais fundos, gerando já alguns lapiás mais isolados. Depois de algumas passadas mais largas, para ultrapassar alguns desses pequenos abismos e depois de algumas indecisões sobre qual o melhor caminho a seguir, lá chegámos ao local onde tínhamos de mergulhar no mato.

Dentro da vegetação, lá fomos escolhendo o melhor caminho, alguns obrigando-nos a baixar a cabeça para evitar alguns ramos mais baixos. À medida que nos íamos afastando, as vozes dos trabalhadores do recinto ali ao lado, iam ficando mais distantes e começámos a sentir-nos realmente num mundo à parte, que apesar de estar ali tão ao lado da civilização, nos consegue transportar para locais tão distantes.

Quase sem darmos por isso, chegámos ao local onde deveríamos de novo subir à superfície. Escolhido o melhor acesso, lá seguimos, com alguma cautela. Uma queda ali pode ser bastante complicada, por isso havia que avançar com cuidado.
As passagens mais complicadas, foram superadas com entre-ajuda, com o Rifkind sempre a liderar e a procurar as melhores passagens. Houve espaço para tudo, desde andar de pé em cima dos lapiás, como andar um bocado de joelhos, ou mesmo a progredir praticamente sentados. Pelo meio, algumas paragens para apreciar a beleza do formato de alguns lapiás.

Mas foi só quando voltámos às profundezas das bases dos lapiás, que nos voltámos a sentir de novo num mundo mágico. Um recanto secreto a que só poucos chegam!

A cache foi encontrada pouco depois, e antes mesmo de inscrevermos o nosso nick no bloco de notas, lemos os relatos de quem já lá tinha estado antes. São raras as caches em que encontramos o logbook original e dá prazer reler o que os outros aventureiros sentiram e como viveram esta aventura.

Antes de sairmos daquele local especial, ainda tirámos umas fotografias dos dois, debaixo dos lapiás, numa espécie de gruta natural! Vai saber bem, daqui a uns anos recordarmos estas fotografias e revivermos esta aventura!

Mas ainda tínhamos de regressar ao carro. Hoje não tínhamos trazido marmita e o almoço estava pensado ser leitão, num dos vários restaurantes da terra. O caminho de regresso foi feito nas calmas, aproveitando o local e observando melhor algumas plantas que por ali subsistem.
Obrigado por nos terem trazido aqui e por nos terem proporcionado estes momentos!

Rifkindsss

PTFotoTemaVerde & Amareeeeelooooo!

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infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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