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Write note bmps2003 posted a note for eXTReMe CHaLLeNGe [UTSF]

Sunday, June 3, 2018Aveiro, Portugal

[Parte IV]

Alcançamos agora a Foz com o Rio Paivô, mais um local de rara beleza perdido nestas montanhas mágicas, seguimos depois rumo a Sul continuando a serpentear as montanhas, subido margens de um lado, subindo margens do outro, atravessando o rio aqui e acolá até que chegámos, 1,9km depois a um fantástico spot com muitas histórias e memórias por contar..

Eram 11h20m e tínhamos apenas 8km percorridos, a progressão estava muito mais lenta que no dia anterior, mas esta zona muito mais complexa e depois de analisar o percurso que tínhamos pela frente, decidimos fazer uma pequena maluquice e encurtar ligeiramente a rota, suprimindo uma curva depois deste local, a subida não foi fácil, foram 100 metros a pique em que tivemos que ligar a tração às 4 pernas, mas alcançamos um trilho bem delineado sobreposto com o track da UTSF que trazíamos connosco.

Já em cota mais alta, uma breve briza ia sacudindo o calor que se fazia sentir, a beleza das montanhas aliviava algumas dores e dava animo, mas de seguida mais uma descida e novamente ao Rio... Outra vez ao rio... “ai jasus”...

Ao chegar quase ao fim, o percurso virava à esquerda e sobrepunha-se com o rio numa curva até alcançar novo ponto de subida, estudamos o caso e vimos que poderíamos poupar muito tempo, e descendo uns 250 metros à direita, foi sempre a seguir os refletores que ali se encontravam das provas de trail anteriores, e como estávamos em modo trail, sigaaaa

Eram 12h20 e estávamos no Rio a recuperar folego e alimentarmo-nos para uma das maiores subidas de toda a nossa aventura, em extensão, cerca de 2kilometros seeeeeeeempre a subir...

A subida foi-se fazendo, à torreira do sol, a agua foi-se gastando, e finalmente alcançamos uma área de cota mais plana que deu para revigorar e recuperar folego.

Chegamos finalmente ao trilho Inca, já totalizávamos 12kilometros e já eram 13h20m (uma hora depois de estarmos no rio) mas estávamos motivados, no entanto, já com alguma fome à mistura.

Contactamos a rainha e a Abelha Maya para virem ter connosco a aldeia de Povoa de Leiras onde almoçámos e começámos a descer para, de seguida, subir por este bonito trilho empedrado ao longo das escarpas, cerca de 1,2km, com uma vista infinita para a zona norte de onde vínhamos, ao longe conseguíamos ver Regoufe...

Chegámos finalmente a Povoa de Leiras e almoçámos junto a um moinho de água onde se encontrava uma muggle de volta das batatas juntamente com o seu cãozinho de estimação.

Almoço efetuado, seguimos caminho, agora era o desafio mais temível, por isso acabamos por libertar peso que tínhamos a mais nas mochilas para o cachemobil das nossas meninas e atestamos de água, por sorte ou por azar, o sol deu tréguas durante estas próximas horas de percurso e não nos castigou durante a luta com a Besta!

A subida foi looooonga, desafiante, mas mais fácil do que prevíramos e 1h30 depois estávamos com o desafio alcançado e já a chegar ao Pico das Chãs.

Este Parque Eólico foi algo fantástico que nos surgiu, uma brisa refrescante, o barulho dos imensos grilos, estradões largos que nos deram uma ajuda na nossa progressão.

Depois de analisado o percurso, as distancias e os timings, estávamos super adiantados, e quando deu as 16h30, já tínhamos 17,7km percorridos e estávamos agora, no ponto mais alto do dia, a 1117metros de altitude... fantástico.

Decidimos ir conhecer parte do Parque Candal/Coelheira e uma bela estátua mas toda partida de Adolfo Silva antes de descermos as minas das Chãs, um pequeno paraíso escondido neste topo da serra.

[Continua na Próxima Write Note...]

BMPS5744

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