The Geocache of the Week inspires a rappelling adventure into caverns in Portugal and reveals a glimpse into the distant past. A FENDA [Bombarral] (GCW5EA) is rated a difficulty 3, terrain 5 cache. It lures geocachers with the promise to discover caves that were once home to Neanderthals.
Miguelrk + João + Inês placed the regular sized cache in the location in 2006. The cache page, written in Portuguese, warns geocachers that the trek to find this geocache can be dangerous. Safety precautions and the right equipment are mandatory.
Signing the logbook
The experience is unforgettable. The geocache has won local awards. A FENDA has received dozens of Favorite Points.
The location of this traditional cache offers a visual wonderland. Just over 100 geocachers have logged smileys, but there are more than 500 images in the photo gallery. The logs are rich with detail and emoticons. Some geocachers spend years planning their trip to A FENDA and organize large groups to find and log the cache.
A recent expedition to the A FENDA titled their adventure, “Operação ‘Viagem do fundo da terra'” or “Operation ‘Voyage to the Center of the Earth.'”
Continue to explore some of the most engaging geocaches around the globe. Check out all the Geocaches of the Week on the Latitude 47 blog or view the Bookmark List on Geocaching.com.
If you’d like to nominate a Geocache of the Week, send an email with your name, comments, the name of the geocache, and the GC code to pr@groundspeak.com.
Nota do editor: No decorrer deste ano, os Lackeys da Groundspeak estão a viajar milhares de quilómetros a partir da sua sede (o HQ) para participar e espalhar boa disposição em mais de uma dezena de Mega-Eventos espalhados pelo mundo. Nate, também conhecido por Nate the Great, foi uma das presenças no Mega-Evento 11 Years! Oeiras – Portugal que teve lugar a 1 de Maio em Lisboa, Portugal. Nate é Lackey desde 2003 e coordena o desenvolvimento de novas funcionalidades na Groundspeak. Este é o seu diário de viagem:
Lackey Nate the Great
Estou a mais de 12000 Km de casa e entre 500 dos meus amigos mais próximos (e que acabei de conhecer hoje) num parque nos arredores de Lisboa, Portugal. No preciso momento em que estão a fazer uma caricatura minha, o DJ de serviço passa “Take On Me” dos A-Ha. Uma situação absurda como esta seria o suficiente para me colocar um sorriso lunático nos lábios durante os 10 minutos que demoraria a terminar o meu retrato. Mas passa um geocacher anónimo, sorri e tira uma fotografia, enquadrando a placa trackable com o meu nome. Dá-cá-mais-cinco e tal… E desaparece entre a multidão. Só tenho tempo para ouvir o caricaturista a dizer “Senta-te quietinho, se faz favor…”
A equipa iURKings
É dificil ficar sentado quieto num Mega-Evento.
Choque de cultura? Geocaching é cultura. Quando estamos em viagem e nos sentimos desenquadrados de tudo, vamos a um evento de geocaching e sentimo-nos em casa, identificando desde logo as personagens habituais: o frenético doido dos FTF agarrado ao telefone; o escondedor de caches compulsivo, com mais tupperwares escondidas no meio do mato que caches encontradas… e mais geocachers de botas cheias de lama que crianças a brincar no parque infantil. Se não fosse a agradável sonoridade do português falado à minha volta, podia ser em qualquer parte do mundo.
O Nate não está nesta fotografia
O espírito de aventura é algo naturalmente partilhado por todos, mas os portugueses em particular têm o instinto explorador gravado na sua identidade nacional. Na era dos Descobrimentos, entre os séculos XV e XVII, exploradores como Vasco da Gama trouxeram fama e riqueza a Portugal viajando pelo mundo. É impossível viajar por Portugal sem tropeçar num monumento comemorativo desta ou daquela viagem. A probabilidade de haver uma cache mistério baseada num desses factos é alta. Hoje em dia, é fácil comprar mapas topográficos detalhados do território, o que pode explicar o crescimento exponencial do geocaching em Portugal durante os últimos anos. É no geocaching que este povo está a redescobrir o seu desejo de explorar e de conhecer coisas novas, mesmo que seja à porta de casa. Por tudo isto e pela história e tradição que me rodeiam, Portugal é o centro de tudo.
Ou então o geocaching é divertido. Para quê complicar?
O Geocacher TZR
Estou de volta aos Estados Unidos, a folhear um bloco de notas cheio de ideias rabiscadas à pressa sobre como melhorar o site Geocaching.com. Sim, eu admito. Havia um motivo subjacente para ir a este Mega-Evento. Não, o meu motivo não era só encher o bandulho de porco no espeto (divinal), desfrutar da hospitalidade dos geocachers locais (interminável)… certamente que não era ouvir tesouros deprimentes dos anos 80 enquanto me desenhavam a caricatura (que coisa bizarra). Quis, acima de tudo, estar em contacto com geocachers, perceber melhor o que é que a Groundspeak faz bem e o que é que podemos fazer para ser melhores. Como Lackey, aprendi que a melhor coisa que posso fazer aos geocachers é aparecer, ouvi-los e tomar notas para depois fazer com que o website esteja ao nível das suas exigentes expectativas. Porque os geocachers portugueses estão muito à frente no que toca à inovação no geocaching. E isso facilita-me muito o trabalho.
Todas as sextas feiras às duas da tarde, geocachers de sítios distantes como a China ou outros tão próximos como o edifício de escritórios ao lado vem visitar a sede da Groundspeak. Independemente de onde chegam, todos tem algo em comum à chegada: uma enorme paixão pelo Geocaching e uma história que estão ansiosos por contar.
Sara e Nicole
Nesse momento, a Groundspeak transforma-se e o burburinho dos Lackeys que mantém o website dá lugar a uma sala cheia de geocachers em delírio a trocar Trackables, contar histórias e conviver com outros geocachers de todo o mundo.
Ao lado da Nicole (Louie Bliss), uma colega da equipa que lida com a comunidade, sou Sara (gonzogrrl) um dos Lackeys cheios de sorte que tem o privilégio de lá estar todos os dias, congratulando os geocachers que encontram a épica cache da sede da Groundspeak: GCK25B. E o que é que fazemos cá?, perguntam os geocachers com frequência.
Durante o dia, respondemos aos emails e chamadas telefónicas, ajudando as pessoas a resolver os seus problemas de forma a terem a melhor experiência de geocaching possível. Mas quando os geocachers nos visitam, paramos de fazer o que estamos a fazer e passamos algum tempo com eles enquanto descobrem a nossa cache, tiram fotos na cabina fotográfica, compram lembranças e observam o ecrã com o mapa gigante onde aparecem os registos efectuados em geocaches em tempo real.
Sole Seeker
Se alguma vez quiseres cá aparecer, é fácil marcar uma visita. Basta enviar um email para contact@geocaching.com. Conta-nos um pouco sobre ti, de onde vens, quando é que planeias visitar-nos. Daremos com muito prazer as coordenadas da nossa sede (uma pista: não é no meio do Lago Union. Chocante). Como normalmente estamos muito ocupados, gostamos de agendar as visitas às sextas feiras às 2 da tarde. É frequente termos a companhia de um dos fundadores, mas os restantes Lackeys são visita frequente. Todos temos em comum gostar de conhecer as pessoas que fazem este jogo muito mais que procurar uma Tupperware no mato.
Já conheci muitos geocachers, mas há histórias que perduram. Uma das minhas favoritas é a do Sole Seeker, que nos visitou pela ocasião da sua cache número 10.000. Ficou muito surpreendido por lhe prepararmos uma faixa e enchermos uns balões para lhe dar os parabéns. Depois há também a história dos J&J Brown, que contaram-nos acerca da enorme cache camuflada que esconderam à porta de casa e que engana toda a gente que a procura porque (cuidado com o spoiler) se parece com uma árvore verdadeira. E não posso deixar de falar do foomanjoo, um fotógrafo que viaja pelo mundo, que veio cá depois de ter andado a fazer geocaching na Coreia e que se preparava para se aventurar na Route 66 em direcção à Califórnia.
Quem quer que sejas, não importa se a tua visita à sede da Groundspeak é a tua 5ª cache ou a tua 5000ª, damos-te as boas vindas. Esperamos pela tua visita!